Rafa Matos

Rafa Matos

Carioca e apaixonado pelo Vasco da Gama, é Administrador de Empresas e MBA em Finanças. Incondicionalmente Vascaíno, usa o som da arquibancada como inspiração e leva o Vasco da Gama como Religião.

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Da para jogar clássicos em SJ e Maracanã

Em 27/08/2013 22:53
 

Olá amigos,

Ao que tudo indica, nosso presidente está trabalhando para mandarmos o clássico de volta contra o Fluminense em São Januário. Noticias publicadas durante o dia apontam obras que estão sendo feitas para que o Vasco tenha condições de receber o clássico.

O tema sempre foi bastante debatido entre a nossa torcida. Uns preferem a utilização do caldeirão nos clássicos por acharem que o ganho técnico, aliado a pressão exercida pela torcida, são ingredientes imprescindíveis a nosso favor. Já para outros, não podemos abrir mão do Maracanã, considerado por nós como nossa segunda casa e palco de muitas glórias de nosso clube. Além disso, os que defendem os clássicos no Maracanã, comparam a divisão 90/10 entre torcidas benéfica para o adversário, além de "entregar de mão beijada" o estádio, favorecer Fluminense e Flamengo em relação a marketing e repercussão internacional.

Analisando pessoalmente os dois pontos de vista, acredito que ambos são importantes para nosso clube. Tanto exercer nosso mando de campo, quanto não perder o Maracanã para os rivais. Então o que fazer?

Na humilde opinião do colunista que lhes escreve, temos como fazer as duas coisas,  basta haver um equilíbrio.  

Os clássicos do Campeonato Carioca, tem mando de campo simbólico tanto na fase de classificação quanto nas finais, uma vez que já é pré acordado entre os clubes a utilização do Maracanã ( e a pouco o Engenhão) nesses jogos.  Logo, faremos clássicos no Maraca, todos os anos. Além disso, nada nos impede de mandarmos jogos pontuais do Brasileiro contra equipes de menor tradição no Maracanã, dependendo apenas  da situação da equipe na tabela fazendo assim com que o clube arrecade mais.

No campeonato Brasileiro e as competições de mata mata ( Copa do Brasil, Libertadores e Sulamericana caso ocorra o confronto) não podemos abrir mão de São Januário. Sabemos que clássico é clássico, e não existe favorito. Mas a probabilidade de somarmos nove pontos com o mando em São Januário ( tomando o Brasileirão como exemplo) é bem maior do que somarmos os mesmos nove mandando os jogos no Maracanã. Além disso, caso jogássemos alguns jogos pontuais no ex maior do mundo além dos clássicos pelo estadual, os jogadores já estariam acostumados ao campo ao contrário dos rivais que jogariam uma no máximo duas vezes por ano em nossa casa.

Nossa casa é nosso orgulho e temos sim que utilizar sempre que possível, salvo quando o regulamento não permite (como final da Libertadores) e caso haja um equilíbrio, ganharemos de todos os lados.

Saída de Éder Luis.

Na véspera do confronto com o Corinthians nesse final de semana em Brasilia, a noticia do empréstimo de Éder Luis, pegou todos de surpresa inclusive o técnico Dorival Junior que não escondeu a insatisfação pelo ocorrido.

É inegável que Éder estava em uma crescente e que suas atuações estavam melhorando de alguns jogos para cá. Mas a oportunidade era única, pois além de arrecadarmos uma boa quantia, poderemos quitar a divida com o Benfica (algo em torno de 5 Milhões, segundo a imprensa), sobraria dinheiro e ainda teremos o jogador por mais um ano. Comparando o aspecto técnico e financeiro, me parece claro que o financeiro tinha mais vantagens. Apesar de estar em uma crescente, Éder Luis não era mais unanimidade.

Parabéns!

Da última terça-feira, data da minha última coluna, até hoje comemoramos três aniversários! O do nosso Gigante da Colina que completou 115 anos e por isso fiz um breve texto em minha página no facebook, o Supervasco na qual tenho muito orgulho de participar e que completou 13 anos e o aniversário de 15 anos da Libertadores! Me sinto como parte de todas essas histórias!

Saudações Vascaínas!

Rafa Matos

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