Antônio Peralta fala sobre certidões negativas: "É um tema fundamental"

Em 10/09/2013 21:34
 
Antônio Peralta Antônio Peralta
Foto: Raphael Zarko/GloboEsporte.com

Durante sua participação no Programa Só dá Vasco na noite desta terça-feira (10/09), o primeiro vice-presidente do Vasco, Antônio Peralta, falou sobre o andamento da conquista das certidões negativas de débito por parte do Vasco da Gama. O dirigente afirmou que o departamento jurídico tem feito de tudo para adquirir esse importante documento:

"Isso é um tema fundamental e salvador para nós. Está sendo tratado pelo jurídico, ".ue tem vivido ultimamente na ponte Rio-Brasília. Estamos fazendo um acordo com a Fazenda Nacional. Não basta fazer só o acordo, temos que homologar e apresentar vários apontamentos e novos valores, imagino eu o "juro do juro". Precisamos formatar isso em um só processo em várias varas da fazenda federal. É dificultoso, é trabalhoso. Mas está sendo feito. Acredito que até sexta-feira, rezo para isso acontecer. Não costumo rezar para coisas materiais, mas para o Vasco faço isso. Para que a gente possa reunir todos os fatores pendentes. Está tudo bem encaminhado. No Vasco, tudo é muito difícil. Eu fico pensando, até com inveja, lá do nosso rival Flamengo. Me faço a pergunta: "Por quê eles conseguiram e a gente não". Vamos trabalhar! Se eles conseguiram, também podemos. Não depende mais daqui do Rio. Essa etapa já foi superado. A nível de Fazendo nacional, está tudo praticamente superado. São outros fatores que após o acordo que funciona como se fosse uma carta de intensão, que tem várias etapas de comprovação daquilo e disso. Efetivamente, nós temos algumas complicações que vieram a ser reunidos há muitos anos e caíram no nosso calo. Uma divida monstruosa, que é a somatória de todas as últimas administrações, mas estamos resolvendo. Se não formos resolver, não justifica nossa presente lá. Tenho fé e certeza que vamos resolver isso".

"A receita tem um valor, o Vasco tem o dele. Temos que chegar em um juízo de valor. Isso já está fechado. A questão é a burocracia para dar o último risco para que a gente não possa mais ter problema nenhum. Em relação a má vontade, não quero dizer sobre isso, mas o sofrimento do Vasco tem sido muito grande. Deveria ser feito pelas autoridades a busca pelo entendimento para que a gente possa pagar. Nós temos 650 funcionários, são 650 famílias. Estou no Vasco por sentimento e para ajudar o clube".

"Algumas pessoas que se dizem Vasco, eu tenho dúvidas. Quem respira Vasco e está ligado sentimentalmente ao Vasco, não fala mal do clube, para começar. Quem está lá, passa. O Vasco é permanente. Não posso atingir a instituição por conta de quem está lá. Qual é o interesse nisso? É de graça. Não tenho interesse nenhum, a não ser servir o clube e chegar a melhor administração, que pode não ser eu. Não brigo para ser presidente do Vasco. Brigo para que possa sair desses problemas, que nos trazem tantas angústicas e aborrecimentos. Vejo muito poucos com esse sentimento. É falando mal, é dizendo que lá tem um 'cascalho no chão'.