Brant se considera presidente sem urna polêmica: "Era da bravata terminou"

08/11/2017 às 03h02 - POLÍTICA
Foto: Felipe SchmidtJúlio Brant, Alexandre Campello e Fernando Horta
Júlio Brant, Alexandre Campello e Fernando Horta

Ao fim da contagem dos votos em São Januário, tanto a chapa de Eurico Miranda quanto Julio Brant comemoraram a vitória para a próxima eleição a presidente do Vasco. Para o candidato da oposição, ele será o mandatário do Gigante da Colina nos anos 2018/2019/2020 e garantiu que esse é o fim de uma era no clube.

- Faz parte, o pessoal gosta de bravata, mas a era da bravata terminou no Vasco. (...) Vamos acompanhar com o tribunal a questão da urna fraudada. Muito confiante de que será favorável à gente. Eu me considero presidente do Vasco. A justiça mesmo entendeu que ali tem um potencial de fraude e deixou a urna separada.

Veja outros temas da entrevista de Julio Brant:

Dia da eleição

Disputa limpa, a urna mostrou isso, não houve problema o dia inteiro. Foi um dia lindo. Os votos das urnas limpas foram parelhos, democráticos. Venceu aquele que mostrou para os sócios que a mudança era necessária. Vencemos em quase todas. Não é razoável que uma urna fraudada tenha 94% de um candidato. A gente espera, agora, que o resultado seja ratificado pela Justiça. O Vasco segue uma nova história.

Urna polêmica

A urna será entregue à Justiça e eles farão um julgamento da legitimidade ou não. Eu me considero presidente do Vasco e a maioria dos sócios também.

Diferença da urna polêmica

A situação foi tão bizarra que a Justiça vai decidir muito rápido. Todas as urnas foram parelhas e só uma teve mais de 90%. Vai ser uma decisão fácil da Justiça. Eles vão anular aqueles votos e o Vasco seguirá vida nova.

Fonte: Extra Online