Casaca critica representação no STJD contra árbirtro de Vasco e Santos

Em 02/10/2016 08:19
 

MUV Kids 

A celeridade em tentar justificar a bobagem feita por um garoto do seu grupo levou o tal de “Sempre Vasco”, que lidera a oposição do clube, sem contestação alguma de seus pares, a redigir nota na qual tenta se explicar pelo ato irresponsável do menino, sem sucesso. 

O Vasco é constituído de 300 conselheiros, entre eleitos e natos. Por que razão será que nenhum deles jamais havia feito (por essa condição) representação contra a atuação de um árbitro qualquer junto ao STJD?

Por um motivo óbvio. Não há legitimidade para isso apenas pelo título de conselheiro obtido. 

Quando se vê um rapaz tomando esse tipo de atitude, uma emissora por trás dando a maior força, sabedora da ilegitimidade do autor (diferentemente da assessoria jurídica da oposição, que jamais até aqui manifestou-se contrária à ação de seu novel líder, demonstrando raro desconhecimento da legislação esportiva), nos vemos claramente diante de uma tentativa banal de criação daquilo que conhecemos como factoide. 

A brincadeirinha pode fazer com que se chame a atenção para o protagonista e há várias formas de manifestação outras também chamativas. Depende da criatividade de cada um. Poderia, entretanto, a figura não oportunizar a que uma análise prévia da procuradoria do STJD se desse antes da apresentação de argumentação do clube sobre o episódio, lembrando que o Vasco vai a julgamento, teve dois atletas seus expulsos, objetos atirados no gramado e se manifestou no dia seguinte ao jogo, considerando ser a punição do árbitro cabível pela atitude do apitador no jogo contra o Santos, realizado em São Januário. 

Há um rito a ser seguido no tribunal esportivo, há auditores a serem convencidos de teses e a forma como o Vasco irá agir depende de estratégias de ação e obviamente de nenhuma interferência externa que induza os próprios auditores a seguir um determinado caminho, explicitado pela procuradoria do STJD, que não se furtou a entrar no mérito da questão, diante do espaço dado para isso pelo opositor ao clube. 

Desde o início do século XXI um grupo abreviado a uma sigla, com sede de poder e atos inconsequentes, contrários inclusive à instituição, utilizava-se deles para aparecer na mídia e se fazer notar. Qualquer semelhança não é mera coincidência. 

Casaca!