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Eleição vascaína ganha nova polêmica

11/01/2018 às 08h14 - POLÍTICA

A Justiça se mantém irreversível e desconsidera a polêmica urna 7. A eleição do Vasco, então, tem tudo para se encaminhar a um desfecho, só que não sem um último obstáculo. O pleito do Conselho Deliberativo, que atesta, ou não, o vencedor das urnas, precisa ser convocado formalmente. Até agora, a diretoria não fez isso e nem dá sinais de que vá se mexer nesse sentido. Caso descumpram a determinação da juíza Maria Cecília Pinto Gonçalves, da 52ª Vara Civil do Estado do Rio de Janeiro, os dirigentes envolvidos podem ser multados em até R$ 50 mil.

Como a desembargadora Márcia Ferreira Alvarenga, da 17ª Vara Cívil, ratificou a decisão da magistrada, segue valendo sua ordem de prosseguimento do processo eleitoral por parte do clube.

Segundo o estatuto cruzmaltino, a convocação para a reunião do Conselho Deliberativo deve acontecer na primeira semana da segunda quinzena de janeiro, com antecedência de cinco dias (ou 48 horas se for invocada urgência). Considerando que o atual mandado de Eurico Miranda termina na próxima terça-feira (16), o chamado precisaria ocorrer até esta quinta-feira (11) ou, com urgência, até domingo (14).

Considerado, atualmente, o vencedor da eleição direta pela Justiça, o candidato Julio Brant ameaçou processar a pessoa física caso não se cumpra o rito.

"Chega de brincadeira! Já prejudicaram demais o clube. Exijo que a reunião na Lagoa seja convocada como manda o estatuto. Quem não convocar será punido pela Justiça na pessoa física. Não importa quem seja o responsável. Vou me certificar disso", disse ao Lance!.

Fonte: UOL Esporte