Você sabia - Bandeira
Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010
A escolha do nome, pavilhão e emblema Inspirados pelas celebrações do quarto centenário da descoberta do caminho marítimo para as Índias, os fundadores da nova agremiação lhe deram o nome de Club de Regatas Vasco da Gama, para cujo pavilhão foi escolhido o fundo preto, representando os mares ignotos do Oriente; atravessado por uma faixa branca, inicialmente horizontal, mas logo mudada para diagonal, representando a rota desbravada pelo almirante português; com uma Cruz de Cristo no centro, símbolo ostentado pelas caravelas portuguesas da época dos "descobrimentos".
Em 1903, foi adotado um emblema circular que exibia uma caravela com a Cruz de Malta e, em 1922, foi criado o escudo atual, onde a caravela aparece no centro do fundo negro cortado pela diagonal branca, com as iniciais CR e VG entrelaçadas, respectivamente, acima e abaixo da faixa diagonal.
As estrelas douradas na bandeira Em 1945, para eternizar as conquistas invictas dos campeonatos de remo e futebol do Rio de Janeiro, a bandeira-do-vasco sofreria uma alteração oficial, registrada no Artigo 7 do Estatuto do Clube:
Art. 7º - O pavilhão do Clube é preto, com uma faixa branca em diagonal partindo do canto superior do lado da tralha, a Cruz de Malta em vermelho no centro e, na parte superior, uma estrela dourada simbolizando a conquista dos Campeonatos Invictos de Mar e Terra no ano de 1945. As cores da bandeira e a Cruz de Malta serão reproduzidas nos uniformes, emblemas e insígnias usadas pelo clube.
Parágrafo único - Consideram-se aprovados os moldes do pavilhão, flâmula e emblema anexos ao presente Estatuto.
O Vasco viria a conquistar de maneira invicta o campeonato de futebol do Rio de Janeiro em outras três oportunidades - 1947, 1949 e 1992. Em cada uma dessas ocasiões, mais uma estrela dourada foi adicionada extra-oficialmente à bandeira, sem que houvessse efeito retroativo a 1924, quando o Vasco também foi campeão invicto.
Porém, a estrela relativa a 1945 permaneceu como a única estrela oficial por muito tempo. As de 1947 e 1949 não eram reconhecidas no Estatuto, inclusive aquele que resultou das reformas aprovadas em 18 de outubro de 1967. Não obstante, no início da década de 1990, o uniforme passou a exibir três estrelas acima da cruz de malta e, depois do campeonato invicto de 1992, a quarta estrela foi acrescentada, tanto à bandeira quanto ao uniforme.
Quando o Vasco conquistou o seu terceiro título brasileiro, uma quinta estrela foi acrescentada. Surgiu então a explicação de que as estrelas passaram a simbolizar o seguinte:
- Uma estrela pelos Campeonatos Invictos de Terra e Mar em 1945
- Uma estrela pelo Campeonato Sul-Americano de 1948
- Três estrelas pelos Campeonatos Brasileiros de 1974, 1989 e 1997
A partir daí, a mania de adicionar estrelas não parou mais:
- Sexta estrela: Copa Libertadores de 1998
- Sétima estrela: Copa Mercosul de 2000
- Oitava estrela: Campeonato Brasileiro de 2000
Tudo isso indica, provavelmente, que o Artigo 7 do Estatuto foi novamente reformado para que as estrelas adicionais fossem oficialmente adotadas (a ser pesquisado).
Você sabia - Pelé sempre foi vascaíno...
Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010
Pelé jogou no Vasco em 1957 Poucos devem se lembrar, mas Pelé jogou pelo Vasco da Gama. Isso aconteceu no torneio do Morumbi, realizado em 1957, com jogos disputados no Maracanã. Além do clube da cruz de malta também participaram Flamengo, Belenenses de Portugal e Dínamo da Iugoslávia.
O Santos cedeu alguns jogadores ao Vasco que tinha sua equipe principal jogando pela Europa. Entre os jogadores do Santos estava um menino, chamado Pelé, que já despontava como um futuro craque. Melhor para o clube de São Januário, que brilhou no torneio representado pelo combinado Vasco-Santos.
A estréia do Vasco no torneio foi arrasadora. Goleou o Belenenses por 6 x 1 com Pelé fazendo os três primeiros gols da partida ainda no primeiro tempo. Alvaro dois e Pires contra completaram o marcador para os brasileiros. Matateu fez o gol dos portugueses.
O jogo foi realizado no dia 19 de junho no Maracanã. O Vasco teve a seguinte formação: Vagner - Paulinho de Almeida e Belini - Urubatão - Brauner e Ivan - Iêdo (Artoff) - Pelé - Alvaro - Jair da Rosa Pinto (Waldemar) e Pepe.
Três dias depois, os vascainos voltaram ao campo para enfrentar o Dinamo de Zagreb. O resultado foi de 1 x 1. Pelé fez o gol brasileiro.
No dia 26, o jogo foi contra o Flamengo. Novamente 1 x 1. Dida abriu a contagem para o Flamengo e Pelé empatou para o Vasco.
Mais três dias, e o time de Pelé enfrentou o São Paulo no Pacaembú. Mais uma vez, um empate de 1 x 1. Gino marcou para o São Paulo e novamente Pelé fez o gol dos vascainos.
Começava, e muito bem, a carreira de Pelé junto aos cariocas. A torcida do Rio de Janeiro sentia que ali estava um futuro ídolo do futebol brasileiro. (Fonte: Jornal dos Sports-RJ.
Você sabia - História de Roberto Dinamite
Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010
Carlos Roberto de Oliveira, mais conhecido como Roberto Dinamite (Duque de Caxias, 13 de abril de 1954), é um ex-futebolista brasileiro e atual presidente do Vasco. É tido como maior ídolo do Vasco pelos torcedores, e é considerado o maior goleador da história do clube. É também o jogador com maior número de gols na história do Campeonato Brasileiro (190) e do Campeonato Carioca (279). Considerado pela IFFHS o quinto maior goleador do futebol mundial em campeonatos nacionais de primeira divisão, com 470 gols em 758 jogos.
Como político, foi eleito vereador da cidade do Rio de Janeiro e quatro vezes deputado estadual no estado homônimo.
Infância e categorias de baseCarlos Roberto Dinamite de Oliveira nasceu em 13 de Abril de 1954, às 4h25 em São Bento (Duque de Caxias). Logo cedo, Roberto (que naquela época era conhecido pelo apelido de Calu) começou a mostrar intimidade com a bola. Igual a muitas crianças apaixonadas pelo futebol, chegava a dormir com ela nos braços enquanto imaginava as jogadas que faria na próxima partida de várzea.
Aos 12 anos, o pequeno Calu já era titular do principal time do bairro, o Esporte Clube São Bento, onde se destacava como artilheiro. Nessas peladas tinha uma característica marcante: era o mais fominha e exigia de seus companheiros que as jogadas de ataque passassem pelos seus pés. Contudo, quando recebia a bola, dificilmente a devolvia.
Surge o DinamiteRoberto fez sua primeira partida profissional contra o Bahia, no dia 14 de Novembro de 1971, com dezessete anos. O Bahia vencia por 1 a 0 e o treinador Admildo Chirol o colocou no lugar do meio campista Pastoril no intervalo da partida. Mas ainda não era hora do futuro ídolo. O Vasco acabou perdendo o jogo pelo placar de 1 a 0.
Mesmo com a derrota, o Vasco estava classificado para a segunda fase do torneio, onde enfrentaria Atlético Mineiro (que viria a ser o campeão da competição), o Santos de Pelé e o Internacional. Durante a semana que antecedeu o primeiro jogo, contra o Atlético, Roberto se destacou nos treinos e foi escalado como titular para a partida. No dia anterior à partida o Jornal dos Sports colocava em suas manchetes: "Vasco escala garoto-dinamite".
Diferente do que é divulgado, o apelido Dinamite não surgiu depois do jogo contra o Internacional. O apelido foi criação de dois jornalistas do Jornal dos Sports, Eliomário Valente e Aparício Pires, ambos vascaínos, e criado quando Roberto já se destacava nos juvenis.Naquele jogo contra o Atlético Mineiro, no dia 21 de Novembro, Roberto não foi bem e acabou sendo substituído. Houve uma grande decepção na torcida vascaína, que depositava muitas esperanças nele.
O jogo seguinte ocorreu em 28 de Novembro, uma quinta-feira, contra o Inter, no Maracanã. No segundo tempo, quando o Vasco vencia por 1 a 0, Admildo Chirol tirou Gilson Nunes e colocou Roberto. Na primeira bola que recebeu Roberto driblou quatro jogadores jogando a bola no canto esquerdo, num belo gol, o seu primeiro no time profissional.
No dia seguinte o Jornal dos Sports estampava em letras garrafais a manchete: "GAROTO DINAMITE-EXPLODIU!".
Começa a história de amor com o VascoA partir de então, começou sua longa história de amor com a torcida. O centroavante atuou pelo time profissional do Vasco de 1971 a 1980, quando se transferiu para o Barcelona, numa negociação que envolveu muito dinheiro. Voltou ao clube três meses depois, onde ficou até 1989, antes de ser negociado com a Portuguesa. Seis meses depois, Dinamite estava novamente no Vasco, para encerrar sua brilhante carreira, em 1993, aos 39 anos de idade.
Alto e forte, Dinamite usava com muita inteligência seu corpo e dificilmente perdia a bola para um adversário, tornando-se um grande perigo na área inimiga. Ele conseguiu a média de 36 gols por temporada nos 22 anos de carreira - disputou 1.108 partidas. Seu melhor ano foi em 1981, quando deixou por 62 vezes a sua marca, superando o recorde de Zico, o maior ídolo da torcida do rival, o Flamengo, que havia feito 45.
Participou da conquista de cinco estaduais - 1977, 1982, 1987, 1988 e 1992. Em 1974, conquistou o título de campeão brasileiro batendo o Cruzeiro na final por 2 a 1. Apesar de não ter marcado na decisão, Roberto Dinamite foi o artilheiro da competição com 16 gols e maior responsável pelo inédito título.
A frustração em BarcelonaEm 1980, muito assediado por clubes europeus, o Vasco não pôde evitar a transferência de seu melhor atleta para o poderoso Barcelona. O brasileiro substituiria o atacante austríaco Hans Krankl, que, por ter brigado com o treinador Ladislao Kubala, acabou dispensado. Em sua estreia no clube catalão, Dinamite marcou dois gols. Entretanto, o técnico que o contratara, Joaquín Rife, foi demitido três rodadas depois, sendo substituído por Helenio Herrera, que não lhe deu o mesmo espaço, o que não o impediu de não ser cobrado pela torcida.
Sabendo da falta de sorte de Roberto na Espanha, o Flamengo o procurou, com seu presidente à época (Márcio Braga) indo pessoalmente conversar com o jogador. Num primeiro momento o Vasco, que havia sido contactado, não se interessou, só entrando na disputa pela volta de Dinamite ao Brasil após pressão da torcida. Avisado para não assinar com o rival e de que Eurico Miranda também iria à Espanha conversar com ele,Roberto acertou seu retorno ao Vasco apenas três meses após tê-lo deixado. A torcida lotou São Januário para saudá-lo.
Treinado por Antônio Lopes, Dinamite transformou-se rapidamente na grande estrela da Lusa. O atacante marcou nove gols nos seis meses em São Paulo, que o ajudaram a atingir a histórica marca de 190 gols em torneios nacionais, tornando-se o maior artilheiro da competição.
A campanha da Portuguesa foi boa, e o time paulista terminou na sétima colocação com 20 pontos, apenas seis a menos que o campeão Vasco, fez com que a diretoria tentasse a renovação com Dinamite. Em vão. O artilheiro voltava ao Vasco novamente.
No ano de 1991, Dinamite aceitou outro desafio ao jogar pelo Campo Grande ajudando o Campusca a ficar em 5º lugar no estadual e chegando a liderar o segundo turno do mesmo campeonato. Naquela oportunidade, Roberto teve a companhia de Elói e Cláudio Adão, que, assim como o ídolo vascaíno, estavam em fim de carreira.
Alegrias e tristezas com a canarinhaA seleção brasileira reservou grandes alegrias e decepções a Dinamite. Convocado pela primeira vez em 1975, o atacante esteve presente nas Copas do Mundo de 1978 e 1982, e fez, vestindo a camisa canarinha, o gol mais marcante de sua carreira. "Estava esquecido por toda a imprensa e torcida há mais de 20 dias. Mas, com o gol que fiz contra a Áustria, voltei a ser aclamado como ídolo do povo brasileiro de um dia para o outro. Foi sensacional", confessa.
No entanto, o matador teve seus momentos de desprazer. "A maior tristeza na minha carreira foi a maneira como fomos desclassificados do Mundial de 1978, na Argentina. Estávamos invictos, mas fomos eliminados com a derrota do Peru por 6 a 0 para a Argentina".
Em 1982, Roberto foi convocado em cima da hora para disputar o Mundial da Espanha devido à contusão de Careca. Dessa vez, ao contrário de 1978, sua participação ficou restrita aos treinamentos, pois Telê Santana não colocou o craque em nenhuma partida.
Política interna do clubeRoberto Dinamite foi o grande rival político de Eurico Miranda, presidente do Vasco no período 2001-2008. Essa rivalidade começou após a polêmica expulsão de Roberto Dinamite e seu filho da Tribuna de Honra de São Januário, numa atitude autoritária típica do ex-presidente do clube. Iniciava-se assim a derrocada de Eurico Miranda e a ascensão de Roberto Dinamite, que nos braços da torcida, seria ungido à presidência do Clube que o formou.
Após a expulsão da tribuna, Roberto Dinamite, com o apoio do MUV (Movimento Unido Vascaíno, criado em oposição aos abusos de Eurico Miranda), foi derrotado em duas eleições cercadas de polêmica e com acusações de fraude. Na época até os sócios já falecidos votaram no então presidente. Porém, a segunda eleição, em 2006, teve tantas irregularidades e abusos que acabou sendo anulada pela justiça e remarcado para 2008.
No dia 21 de junho de 2008, a chapa pró-Dinamite venceu as eleições para formação do Conselho Deliberativo do Vasco. A imensa torcida Vascaína, antes dormente, entrou em polvorosa. A festa era tão intensa que parecia que o Vasco tinha ganhado um título mundial. Era o ídolo maior que retornava para salvar o clube do abismo. Sabendo que não teria chances numa eleição limpa, Eurico Miranda decidiu não participar do novo pleito.
Na madrugada de 28 de Junho de 2008, com participação de vascaínos ilustres antes afastados do clube e apoio maciço da torcida, o conselho deliberativo elegeu Roberto o novo presidente do clube.
Fonte - http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Dinamite
Você sabia - Tudo sobre colecionar
Terça-feira, 7 de Setembro de 2010
O QUE É COLEÇÃO?Em termos gerais uma coleção é um grupo de itens ou objetos que tenham uma ou mais características em comum. Coleções comuns empreendidas por indivíduos que praticam tal hobby envolvem selos, canetas de ouro, carros, papéis de carta etc. Independente do valor e da dimensão do objeto colecionado, o objetivo é o mesmo: distrair a mente com algo que é somente seu, cuidar dele e poder orgulhar-se ao mostrar para os amigos.
Alguns exemplos de coleções: autógrafos, bonecas, calendários, camisas de times de futebol, cartões-postais, cartões telefônicos, cédulas de banco e moedas, filmes, livros, obras de arte, pacotes de açúcar, sapatos, sapos, rótulos de cerveja ou vinho e outros, tampinhas etc.
QUEM É COLECIONADOR?Colecionador é um indivíduo ou uma instituição que faz coleção dos mais variados objetos, tais como selos e moedas. A biblioteca é uma colecionadora de livros, um museu coleciona diversas objetos, por exemplo. Não se sabe o período certo de quando o ser humano começou a colecionar objetos. A teoria mais aceita é que tenha começado com objetos que os homens pré-históricos poderiam utilizar mais tarde.
Um dos mais famosos colecionadores em todo mundo é o museu, que pode ser desde uma sala até uma enorme construção. O mais famoso deles é o Museu do Louvre e um dos mais famosos objetos de sua coleção é Mona Lisa pintada por Leonardo da Vinci.
O QUE É COLECIONAR?Uma coleção resulta do trabalho que se tem para reunir um conjunto de objetos da mesma natureza ou que tem qualquer relação entre si. Ou seja, significa a coletânea de certa quantidade de objetos parecidos.
Tal trabalho dura um certo tempo na existência do colecionador, muitas vezes anos, outras por toda a vida. Torna-se um hábito, um costume, uma característica ou uma particularidade no indivíduo.
Geralmente, o que se observa nisso é a disposição duradoura adquirida por qualquer pessoa na repetição frequente de um ato ou mesmo no uso de alguma coisa.
O verdadeiro hábito de colecionar vem de juntar, agregar à coleção, normalmente por familiares, amigos, conhecidos e pela mais milenar forma de comércio – a troca – que congrega e impulsiona os mais variados tipos de coleções, através da amizade e troca, principalmente de experiências.
Sem dúvidas, colecionar é estimar, mas é também compreender, situar e preservar como momento e memória histórica, privilegiar de conteúdo cultural; colecionar é, sobretudo, aprender!
O QUE É COLECIONISMO?O colecionismo é a prática que as pessoas têm de guardar, organizar, selecionar, trocar e expor diversos itens por categoria, em função de seus interesses pessoais. O colecionismo é uma reunião de coleções de materiais específicos, de colecionadores diferentes ou não, que são mostradas em conjunto em uma exposição qualquer.
QUANDO É RUIM COLECIONAR?Às vezes, essa prática, torna-se um vício. É quando o indivíduo inclinou-se ao mal procedimento, pois o vício é um defeito grave que acarreta em uma conduta, em um costume censurável ou condenável para a maioria das pessoas.
Portanto, o vício é um costume prejudicial para ele mesmo. É depender muito de algo, pois todo vício é uma obsessão e monopoliza os pensamentos.
Não raro, todo vício é uma busca externa por algo que se pensa não poder alcançar dentro de si mesmo, ou de se produzir em sua vida. Ansiar muito à alguma coisa é entrar em uma esfera, na qual, pode nascer o vício. O vício é sempre a busca pelo preenchimento de alguma coisa...
Sempre que temos um vício, temos um “vazio d''''alma” porque se sente um vazio por dentro, uma carência que nos impele ao preenchimento através dele. O vício só é vício porque é capaz de preencher imediatamente o vazio que se sente. É sempre um atalho, a solução mais rápida para um problema, nunca será solvência para nada.
Como todo vício toma muito espaço na vida de uma pessoa, então, é comum, “as más línguas” dizerem que o colecionador é um viciado. Diante disso, e se você pretende ser um colecionador, prepare-se para se defender...
QUANDO É BOM COLECIONAR?Sobretudo, quando há prazer e satisfação no colecionismo. Qualquer coisa só é boa quando ela acarreta em alegria e felicidade para as pessoas envolvidas. É o que acontece no meu caso, pois a minha coleção de girafas foi e sempre será um prazer!
QUAL É A CLASSIFICAÇÃO OU O TIPO DA COLEÇÃO?PANCOLECIONISMO – “vale tudo”, isto é, em coleções por assunto, simplesmente é levada em conta a imagem representada na peça. A coleção representa uma série de peças que se relacionam entre si só por serem do mesmo tema.
Pan Colecionismo é a arte de criar uma coleção composta de vários objetos colecionáveis, como selos, cartões telefônicos, cartões-postais, cédulas, moedas etc.
por
Jorge do Acervo "VasColecionismo"
Revistas - Placar Especial Vasco 100 anos
Terça-feira, 7 de Setembro de 2010
Revistas - Placar Especial
Terça-feira, 7 de Setembro de 2010
Revistas - Grandes Clubes Brasileiros
Terça-feira, 7 de Setembro de 2010
Itens diversos - Medalhão comemorativo dos 70 anos de São Januário
Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010
Livros - A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil
Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010
Autores:Rodolfo Rodrigues e Paulo Villena Gini
Informações Complementares:
• Páginas: 276
• ISBN: 978-85-7888-013-2
• Editora: PANDA BOOKS
Sinopse:O futebol desperta as mais diversas paixões no torcedor: paixão pelo time, pelos jogadores, pelo escudo, pelo estádio, pela mascote, pelo hino. E paixão pelas camisas. Resultado de uma pesquisa inédita, este livro traz mais de 1.900 camisas dos 12 maiores times do Brasil – Atlético-MG, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco – e entra para o rol de documentos históricos do futebol brasileiro. Vista esta paixão!
Camisas de clubes causam um incrível fascínio sobre os tarados por futebol. Você sempre vai se lembrar da camisa do time da sua infância, aquela que seu ídolo vestiu. Mas não se engane. Esse modelo significa só um pedaço da história.
Daí a importância deste livro. O ineditismo do trabalho de Paulo Gini e Rodolfo Rodrigues faz notar que nem tudo é tradição e até o que parece inovação, hoje em dia, já apareceu no passado. É um documento histórico, uma jóia produzida pela dupla, ao mostrar a evolução ano após ano, modelo após modelo. Um trabalho que cada clube já deveria ter realizado há décadas, mas que só agora chega à sua mão, graças a um trabalho de pesquisa realizado por Paulo e Rodolfo.”
Paulo Vinicius Coelho, comentarista da ESPN-Brasil e da Folha de S. Paulo
SOBRE OS AUTORESPaulo Gini, 31 anos, brasileiro, é administrador de empresas e colecionador. Começou sua coleção de camisas aos cinco anos de idade e hoje tem mais de 3.000, sendo um dos maiores colecionadores do mundo e único colecionador convidado para a festa dos cem anos da Fifa, em 2004. Apaixonado por futebol, já rodou o mundo mostrando seu acervo em diversas exposições.
Rodolfo Rodrigues nasceu em 1975, na cidade de São Paulo (SP). Foi repórter da revista Placar e do jornal Diário Lance!, e editor no site NetGol.com. É autor de O livro das datas do futebol e Escudos dos times do mundo inteiro, ambos publicados pela Panda Books. Colaborou em vários livros e revistas: Almanaque Abril, O guia dos curiosos, Enciclopédia do futebol brasileiro, Anuário Placar (2003 e 2004), coleção “O dia em que me tornei...”, Mundo Estranho e VIP. Atualmente trabalha na Traffic Sports Marketing e é colaborador da Placar e do site IG Esporte.
Fonte: http://www.livrosdefutebol.com/catalogo
Livros - A Virada do Século
Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010
O AUTOR CAMILO SEPÚLVEDA MOSTRA ASPECTOS ESTATÍSTICOS E ESPORTIVOS QUE TORNARAM A VIRADA UM FEITO INCRÍVELLançado em 31 de agosto de 2009 o livro de jornalismo esportivo “A Virada do Século”, de Camilo Cruz Sepúlveda, pela editora carioca Multifoco. “A Virada do Século” é um documento histórico que conta em detalhes a vitória de virada do Vasco em cima do Palmeiras, na última das três partidas finais, que deu ao clube o título da Copa Mercosul em 2000. Ele recebeu a chancela de produto oficial do Club de Regatas Vasco da Gama com apresentação feita na Sede Náutica.
O autor narra o jogo final em que o time vascaíno perdia por 3 a 0 até os 14 minutos do segundo tempo e começou a desenhar a incrível virada no placar. Apesar de estar jogando no estádio Palestra Itália – casa do seu pior adversário –, estreando treinador e tendo um jogador expulso no meio da reação, o clube virou em pouco mais de meia hora, com três gols do craque Romário. Camilo mostra ao leitor, em uma narrativa envolvente, como o feito do time da Colina deve ser considerado a virada mais inacreditável, realizada sob as maiores adversidades que envolvem um jogo de futebol, uma verdadeira “caixinha de surpresas”.
O livro conta ainda recordações de outras grandes viradas, curiosidades envolvendo o jogo e os dois clubes, depoimentos dos envolvidos e dados sobre a grande virada que o Vasco também conseguiu dar na temporada 2000 – em que conquistou este título e o Campeonato Brasileiro (Copa João Havelange). Além da descrição de todos os detalhes do jogo com seus emocionantes momentos.
“A Virada do Século” também possui um capítulo especial sobre o artilheiro da final, Romário, que em 2007 ultrapassou a barreira dos mil gols e, em 2008, encerrou sua carreira como jogador de futebol.
Fonte: SUPERVASCO.COM