Casaca emite nota sobre decisão da justiça sobre eleição

25/10/2018 às 09h33 - POLÍTICA

Liminar cai, junto às máscaras de Brant e Belaciano

A liminar concedida ao senhor Alan Belaciano, preposto de Júlio Brant, que ofendia grupo de sócios honrados do Vasco, acaba de ter seus efeitos suspensos.

Pudera. Foi reconhecida pela decisão da Desembargadora Márcia Alvarenga a fragilidade das alegações calcadas em três míseros depoimentos, um dos quais prestados por uma ex funcionária que processa o clube sob assessoria do autor da ação. Além disso, reconheceu a magistrada que Belaciano teria coagido dois sócios a prestarem falsos testemunhos na delegacia, conforme escrituras públicas lavradas em cartório.

Foi com base nesses parcos depoimentos, os quais denotam interesse particular ou deturpação da verdade, que o senhor Belaciano requereu a suspensão estapafúrdia do último processo eleitoral. Não só: sócios cumpridores de suas obrigações ou remidos por tempo de contribuição foram rotulados de “fraudadores”.

Na petição que desencadeou a decisão da Desembargadora Márcia Alvarenga, também foi possível comprovar que o senhor Belaciano não se trata de pessoa confiável. Demonstrou-se que, certa vez, tentou se passar por juiz em um Batalhão da PM, para que suas multas de trânsito fossem suspensas. Foi, por isso, preso.

Frente às ofensas desencadeadas pela ação de figura com este prontuário, entende-se que o senhor Belaciano atua contra o Vasco e seus sócios, devendo, ele sim, ser banido do clube. Talvez assim deixe de sapatear sobre a Instituição com a desenvoltura demonstrada até aqui.

Casaca!

Foto: google Casaca
Casaca

Fonte: Casaca!