Análise de Vasco 0 x 1 Palmeiras

26/11/2018 às 08h09 - FUTEBOL

Em praticamente todos os jogos do Vasco em São Januário em 2018, a torcida, em algum momento, soltou o seguinte grito:

- Ei, Vasco, vamos jogar!

A súplica vem num momento de baixa do time dentro da partida. Algo que acontece em todos os jogos. É difícil ver o time de Alberto Valentim - e de Jorginho e Zé Ricardo - produzir uma atuação consistente durante os 90 minutos.

Na derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, o roteiro se repetiu. O primeiro tempo do Vasco foi bom. Porque, sem a obrigação de propor o jogo, a equipe soube aproveitar os espaços deixados pelo adversário e teve no pivô de Maxi López e nas arrancadas de Thiago Galhardo seu escape. O time até saiu aplaudido pela torcida.

Mas o Vasco do segundo tempo foi completamente diferente. Méritos para o Palmeiras, que pressionado pela vitória do Flamengo sobre o Cruzeiro, aumentou sua intensidade e tomou conta do jogo desde o reinício.

Ao Cruz-Maltino, restou recuar, recuar, recuar... Até levar o gol. A saída de bola tornou-se inexistente; nem os chutões para Maxi resolver funcionaram. Os motivos para a queda de rendimento são vários: certo cansaço do time, limitação técnica, as insistentes lesões - novamente, Valentim precisou fazer duas substituições por problemas físicos.

O Vasco vive de lampejos no Campeonato Brasileiro. Em alguns jogos, isso é suficiente. Em outros, como contra o campeão Palmeiras, não. Por isso, o Cruz-Maltino precisará chegar à última rodada para confirmar sua permanência na Série A.

Foto: Rafael Ribeiro/Vasco Luiz Gustavo em ação contra o Palmeiras
Luiz Gustavo em ação contra o Palmeiras

Fonte: GloboEsporte.com

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