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Após reclamações, Vasco explica escolha de laboratório para testes

Os torcedores que foram ao São Januário neste domingo para acompanhar Vasco x Cruzeiro tiveram que desembolsar R$ 390. Além dos R$ 250 cobrados pelo ingresso, o time carioca exigiu que o teste de covid-19 fosse feito em um único laboratório, com o valor de R$ 140. A situação, que gerou reclamação da torcida, foi explicada pelo clube.

- Um dos itens do acordo firmado com as autoridades municipais para a realização do evento-teste previa a exigência de contratar serviço de laboratório credenciado para realização dos exames, com notificação dos resultados no e-SUS VE e criação de banco de dados para fins de fiscalização, respeitando a LGPD. Ou seja, não caberia ao torcedor a responsabilidade da testagem negativa dos presentes no estádio, e sim ao Vasco da Gama - disse o Vasco em nota.

Na nota, o Vasco ainda diz que seu vice-presidente médico, Dr. Rafael Cobo, trabalha na clínica credenciada para o jogo, "como em outros locais, como prestador de serviço, não tendo nenhuma participação em cargo de diretoria e societária".

A reclamação da torcida é justamente porque o Vasco disponibilizou apenas um laboratório para testagem e com valor mais alto do que foi oferecido por outros clubes que já tiveram a presença de público autorizada nesta temporada.

Primeiro vascaíno a pisar no estádio nesta tarde, o advogado e empresário Leonardo Lopes disse que o preço não o atrapalhou, mas citou a crise econômica como empecilho para outros torcedores.

- O preço não me atrapalhou, mas acredito que tenha atrapalhado a outras pessoas, até pela crise econômica com essa pandemia. A gente entende que são só mil pessoas, tem que estar mais alto, mas faz parte - disse o carioca.

 

Foto: André Durão/ge Torcida
Torcida

Veja a nota do Vasco:

"O Club de Regatas Vasco da Gama teve 48 horas para organizar o evento-teste Vasco x Cruzeiro, válido pela vigésima quinta rodada do Campeonato Brasileiro, em São Januário.

Um dos itens do acordo firmado com as autoridades municipais para a realização do evento-teste previa a exigência de contratar serviço de laboratório credenciado para realização dos exames, com notificação dos resultados no e-SUS VE e criação de banco de dados para fins de fiscalização, respeitando a LGPD. Ou seja, não caberia ao torcedor a responsabilidade da testagem negativa dos presentes no estádio, e sim ao Vasco da Gama. Ainda de acordo com o documento, se fazia necessária a centralização dos dados.

Em 48 horas, o Vasco deveria apresentar um laboratório que atendesse o quantitativo do evento-teste, e que concentrasse esses resultados. Foram procurados três prestadores de serviço, e foi escolhida a Villela Pedras por apresentar melhor acordo comercial com o Clube, além de estar apta ao desafio logístico.

O Vice-Presidente Médico do Vasco, Dr. Rafael Cobo, realmente trabalha na clínica Villela Pedras, como em outros locais, como prestador de serviço, não tendo nenhuma participação em cargo de diretoria e societária.

O Vasco da Gama utilizará o evento-teste para revisar toda a operação de jogo, incluindo protocolo Covid-19 definido pelas autoridades, e comercialização de ingressos, visando a melhoria e o bem-estar de seus torcedores nas próximas rodadas com público".

Fonte: ge
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