Com familiares vascaínos, Clayton comemora chegada ao clube

06/09/2019 às 10h38 - FUTEBOL

Assinar com o Vasco será uma forma de Clayton reencontrar também suas raízes. O atacante de 23 anos, que chega por empréstimo até dezembro, nasceu em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, mas foi morar em Santa Catarina ainda criança. Agora, de volta ao Rio de Janeiro, encara o retorno como a chance de sua carreira.

- O Vasco é a oportunidade da minha vida. É um clube grande, o grupo é maravilhoso, e o professor Vanderlei é um cara fora de série. Espero aprender muito com o grupo, com o professor e honrar a camisa do Vasco.

Clayton vai usar a camisa 20 no Vasco. Ele tem chance de estrear neste sábado, contra o Bahia, mas para isso precisa ter seu nome regularizado no BID. Fisicamente, garante estar preparado.

- Eu estava treinando normalmente. Só falta regularizar. Estamos em cima, a diretoria está fazendo o trabalho que pode. Estamos esperando só a assinatura do Atlético mesmo. Dar uma cobradinha lá, uma puxadinha neles (risos). Quero jogar amanhã e estrear.

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Eu sou um cara muito diversificado. Posso fazer as quatro funções da frente. Subi das categorias de base fazendo centroavante e beirada pela esquerda, são as duas funções que mais gosto. Mas pela conversa com o Vanderlei, de início vou trabalhar pelas beiradas. Mas posso fazer por dentro, não tenho isso não. O que quero é ajudar o grupo.

Influência de Luxemburgo na contratação

O que preciso para a minha carreira é buscar uma sequência maior, e o Vanderlei conversou comigo, me oportunizou. Disse que eu teria oportunidades e quem seguraria seria eu. No momento, estamos preocupados em sair da confusão de baixo, mas temos outros objetivos também mais para a frente.

Muito feliz em voltar para o Rio. Não fui criado aqui. Nasci na Baixada FLuminense, em Vila Norma, Éden. Estou muito feliz em voltar, tenho uma grande família aqui. Espero corresponder à altura dos meus familiares. Tneho muitos amigos vascaínos. Tenho identificação muito grande com o Rio de Janeiro.

Eu sou um cara muito família. O André conheceu minha esposa e meus filhos. Quando você se torna uma família, não dá para pensar só em você. São três meses. Em agosto meu filho maior vai para a terceira escola. Pensando na minha carreira, já tinha dado o ok. É meio complicado para a minha família, mas eles esperam que eu dê o retorno profissionalmente.

O Luxemburgo passou bem para o grupo o que é o Bahia. Um grupo que defende muito bem. O Roger tem um sistema de jogo muito interessante, que sabe ficar com a bola e contra-atacar. Temos que tomar cuidado com o contra-ataque deles. Lá em São Januário vai ser um caldeirão, já está tudo lotado, vamos querer fazer a nossa pressão.

Fonte: GloboEsporte.com