Futebol

Cristóvão Borges: "Nos últimos 15 minutos, merecíamos o gol"

Cristovão Borges iniciou o jogo contra o São Paulo com três volantes, um deles na lateral esquerda (Jumar) e trocou Felipe pelo zagueiro Douglas durante o jogo. Tudo para vigiar Lucas, meia-atacante do São Paulo que vive má fase. Por isso, o empate por 0 a 0 teve uma pequena vitória tática do técnico do Vasco.

Valeu a pena até demorar para vigiar Marlos. \"Marcamos melhor o Lucas no primeiro tempo. O Marlos, que é um jogador de grande movimentação, criou mais no primeiro tempo, mas conseguimos melhorar a marcação depois e quebramos o jogo deles\", comentou o substituto interino de Ricardo Gomes, ainda em recuperação de AVC (Acidente Vascular Cerebral).

Para anular o camisa 7 do Tricolor, Cristovão deixou no banco até Bernardo, xodó da torcida, par ter o meio-campo com Rômulo, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano e Felipe. \"O Bernardo está maduro para jogar qualquer jogo. Foi uma opção tática de como o São Paulo viria, não quis fazer o jogo que eles queriam que nós fizéssemos. Iniciei assim porque não daria tantas chances ao São Paulo, que tem mobilidade, é muito veloz e perigoso.\"

Diante da postura, o treinador até se perdeu durante o confronto. Logo depois de Jumar, primeiro responsável por caçar Lucas individualmente, pedir para ser substituído por contusão, Cristovão ficou temeroso em terminar a partida improvisando Felipe na lateral esquerda. Colocou o zagueiro Douglas no lugar do veterano meia e, na sequência, Emerson Leão sacou Lucas, dificultando a vida do comandante do Vasco.

\"Quando o Lucas saiu, tivemos dificuldades em um dez minutos de desorganização, mas logo nos reorganizamos e equilibramos o jogo. Criamos várias chances e poderíamos ter feito os gols\", comentou o treinador, vendo a saída de Lucas como uma mudança que aproximou o time cruz-maltino da vitória - que não veio.

\"O São Paulo tornou o jogo mais lento, induzindo-nos a erros como os que cometemos nos peças pela dificuldade de se jogar contra uma equipe que veio para jogar no contra-ataque e jogava atrás da linha da bola o tempo inteiro, em seu campo, no intuito de atrasar o jogo\", apontou.

\"Se fosse um jogo aberto, com o São Paulo nos atacante o tempo inteiro, teríamos mais espaço. Escolheram uma forma menos difícil de se jogar e nos atrapalharam bastante. Mas o importante é buscar o gol como buscamos o tempo inteiro. Nos últimos 15 minutos, merecíamos o gol\", completou Cristovão.

Fonte: Gazeta Esportiva
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