Desde a saída de Nenê, bolas paradas deixaram de ser uma arma efetiva

20/11/2018 às 08h18 - FUTEBOL

O Vasco que sofre para permanecer na Primeira Divisão abre mão de uma das armas mais manjadas e eficientes do futebol. As jogadas de bola parada, seja em cobrança de escanteio ou de falta, não representam praticamente nada entre os recursos ofensivos do time de São Januário. Isso ajuda a explicar porque a equipe soma 25% de risco de rebaixamento, de acordo com o matemático Tristão Garcia, a três rodadas do fim do Brasileiro.

Dos 39 gols marcados pelo Vasco na competição, apenas um foi decorrente de uma cobrança de bola parada. No clássico do primeiro turno contra o Flamengo, coube a Wagner aproveitar o escanteio. É muito pouco comparado à relevância que esse tipo de jogada tem. Para se ter uma ideia, na Copa do Mundo da Rússia, 24% dos gols marcados saíram de cobranças de escanteio ou falta.

Os trabalhos específicos do fundamento nos treinos se repetem no CT em Vargem Pequena, sem surtir efeito até agora. Para se ter uma ideia, os zagueiros do elenco ainda não marcaram um gol neste Brasileiro. Leandro Castan, titular certo na partida contra o São Paulo, quinta-feira, em São Januário, é um dos que buscam esse gol.

O mal aproveitamento pode ser explicado tanto por quem aparece na área para concluir as jogadas como também pelos cobradores. Desde a saída de Nenê, em janeiro, que as bolas paradas deixaram de ser uma arma efetiva do Vasco. Sem ela, o time sofre para seguir na Série A. E a torcida também.

Foto: André Durão Nenê durante o clássico contra o Flamengo
Nenê durante o clássico contra o Flamengo

Fonte: Extra

Mercado

Confirmado

Você aprova a saída de Fabrício?

Especulações Mercado