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Dinamite prestigia Eletrobrás e não quer outro parceiro para patrocínio mast

A segunda parcela do patrocínio do Vasco com a Eletrobras finalmente foi liberada, após ação do Sindeclubes. Este seria um sinal de que a parceria voltaria a caminhar bem? A opinião divide a diretoria. Para o presidente Roberto Dinamite, mesmo com tantos problemas não há porque questionar a relação. Já o vice de futebol, José Hamilton Mandarino, vê o clube de mãos atadas.

O motivo é simples. Para receber o dinheiro sem burocracia, o Vasco precisa obter as certidões negativas de débito. No entanto, o clube não chegou nem perto disso. A quantia de R$ 7,9 milhões só saiu por ação dos funcionários do quadro geral que estão com dois meses de atraso salarial. E o dinheiro vai ser administrado pelo sindicato com o único objetivo de quitar a dívida.

A expectativa no clube era de pagar tudo sexta. No entanto, Dinamite já avisou que trâmites vão retardar ainda mais o pagamento. O problema maior é que na próxima segunda-feira a dívida aumenta em um mês, já que, no Vasco, o pagamento é acordado para o dia 20. Mas o presidente manteve a calma.

“A liberação já aconteceu e agora são trâmites. O dinheiro por obrigação é exclusivamente para isso”, afirmou Dinamite, admitindo que a parceria não rendeu o esperado, mas que isso não é motivo para se questionar nada: “É tudo questão de organização. Não temos interesse em outro parceiro. Só se for em outras áreas como a Ale, que só entrou após negociação com a Eletrobras. Eles entenderam a necessidade e sabem que o espaço principal é deles. A parceria é franca”.

Mandarino não concorda com o presidente. Segundo o vice de futebol, é difícil fazer qualquer tipo de planejamento sabendo que não vai conseguir utilizar um centavo sequer de uma das principais fontes de renda do clube. Para ele, era o caso de começar a questionar se vale a pena continuar lutando por algo tão difícil.

“Existe uma incompatibilidade entre as exigências de uma empresa pública e as condições dos clubes de futebol. Os clubes têm problemas de certidões negativas? Sim. As empresas exigem as certidões? Exigem. Então existe uma incompatibilidade. O que a gente não pode viver é com a incerteza. Ninguém resiste a uma frustração de R$ 14 milhões no orçamento”, lamentou o vice, em entrevista à ‘Rádio Tupi’.

Fonte: O Dia
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