Após dias de negociação e ajustes finais nos termos contratuais, o Vasco definiu as bases financeiras para a contratação de Renato Gaúcho. O acordo, a princípio, marca uma das maiores apostas do clube nos últimos anos para o comando técnico.
A Agência RTI Esporte apurou que o investimento será significativo. O custo mensal do treinador, somado ao da comissão técnica, ficará em R$ 1,7 milhão. A cifra posiciona Renato Gaúcho entre os profissionais mais bem remunerados do futebol brasileiro na atualidade.
Internamente, a avaliação é de que o aporte financeiro é compatível com a trajetória do treinador. A diretoria entende que a contratação representa um movimento estratégico para reposicionar o clube no cenário nacional.
Antes de tudo, Renato Gaúcho e seus auxiliares devem se apresentar nesta quarta-feira, 4, no Centro de Treinamento Moacyr Barbosa. O encontro com o elenco marcará oficialmente o início dos trabalhos no campo.
A expectativa é de que o treinador já comande as primeiras atividades e inicie o processo de avaliação do grupo. A comissão técnica também começará a elaborar o planejamento físico e tático para a sequência do calendário.
O valor firmado reflete um modelo de remuneração compatível com treinadores de primeira prateleira. Além dos salários fixos, metas esportivas e premiações podem complementar o acordo, conforme resultados alcançados ao longo da temporada.
A aposta do presidente do Vasco, Pedro Paulo de Oliveira, é clara: dar estabilidade ao departamento de futebol e reduzir oscilações que marcaram períodos recentes. Renato chega com respaldo institucional e autonomia para conduzir decisões técnicas.
Renato Gaúcho assinou contrato com o Vasco, válido até dezembro de 2026. O vínculo não prevê multa rescisória em caso de encerramento antecipado por qualquer das partes, modelo que dá maior flexibilidade ao acordo.
O treinador chega acompanhado dos auxiliares Alexandre Mendes e Marcelo Salles, profissionais de confiança que integram sua comissão técnica há anos. O último trabalho de Renato Gaúcho, aliás, foi no Fluminense.
Ele deixou o comando da equipe em setembro de 2025, após eliminação para o Lanús, no Estádio do Maracanã, pela Copa Sul-Americana. Por fim, a queda no torneio continental marcou o fim da passagem mais recente pelo clube tricolor.
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