Futebol

Equipe define a Ponte Preta como "time chato"

Dia 30 de junho, noite de sábado em São Januário. Derrotado pela primeira vez no Brasileirão na rodada anterior, o Vasco entrava em campo para enfrentar a Ponte Preta em busca de reabailitação. Na verdade, a liderança havia sido mantida, mas o atacante Roger, em duas finalizações em 26 minutos, por muito pouco não fez o time cruz-maltino entrar em parafuso. Sorte que mesmo com o domínio do adversário, a virada saiu na marra. A lembrança das dificuldades para fazer 3 a 2 e aumentar a dose de confiança estão frescas na cabeça dos jogadores, na véspera de reencontrar a Macaca, agora em Campinas, neste domingo.

Dedé puxou a fila na sexta-feira e dois companheiros assinaram abaixo, neste sábado, a definição de \"time chato e de \"muita entrega\" imposta pelo Mito. Além de reforçar a necessidade de colar no camisa 9 dos paulistas, que virou carrasco naquela ocasião - apenas Jones e Souza, do Bahia, marcaram duas vezes sobre o Vasco, no fatídico vexame de duas semanas atrás que causou até o pedido de demissão do técnico Cristóvão Borges.

- A Ponte é uma equipe rápida, empenhada e humilde. Tem dificultado para todos. Foi um dos jogos mais chatos do nosso primeiro turno. Temos de ficar ligados no Roger, que faz a função de pivô, tem força, é um atacante perigoso que habilidade também. Precisamos de muita concentração para não errarmos - avisou Dedé, com discurso entoado por Renato Silva.

- Foi bem chato mesmo, souberam marcar o Vasco e nos neutralizar. Saíram em velocidade várias vezes e fomos surpreendidos. E o Roger, mesmo sem badalação, tem sido decisivo para a Ponte. Todo atacante está ali para dar trabalho, não podemos dar espaço - disse o camisa 33, que dividiu espaço com o atacante em questão no São Paulo, em 2008, por um curto período.

Já Eder Luis, autor de um gols da vitória do primeiro turno, citou o sufoco levado em casa e espera que a equipe não saia atrás do placar novamente. Para o técnico Marcelo Oliveira, porém, o mais importante é ter atitude para não desperdiçar as chances fora de casa.

- Estamos disputando o campeonato mais difícil do mundo. Então, chegou na frente do goleiro, tem que ter a capacidade para marcar. São raras as chances e precisamos disso. É muito importante, neste momento de definição, termos um aproveitamento bom fora. Permanecer entre os significa nos fortalecer para para buscar o algo mais, que é o título. Vamos com brilhos nos olhos contra a equipe que for - clamou o comandante, que não vê vantagem vascaína por terem perdido Gilson Kleina e estar com um interino no banco.

- Isso é muito teórico. A Ponte é um time que já joga junto há muito tempo, tem organização. Não vejo grande vantagem para nós. É um time competitivo e estaremos atentos a tudo para fazer um bom jogo.

Fonte: ge
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