Futebol

Felipe: "A canhota não é mágica, mas ainda ajuda o Vasco"

Com 19 anos, Felipe estreava na lateral esquerda do Vasco, era veloz e tinha o drible sempre para o lado como principal arma contra os adversários. Hoje, 16 anos depois, o jogador segue vestindo a camisa 6, mas seu estilo de jogo é totalmente diferente. No meio de campo, ele já não tem a velocidade como recurso e prioriza os passes açucarados para os seus companheiros. Contra o Flamengo, porém, o apoiador surpreendeu, seguiu os conselhos de seus companheiros para aparecer também como finalizador, algo que também é novidade para o veterano.

Autor de dois gols sobre o Flamengo, que classificaram o Vasco para a final da Taça Rio, Felipe errou apenas um passe, mas chamou a atenção por, mesmo atuando no meio, ter sido o atleta que mais finalizou no time - seis vezes. Para a mudança de atitude do maestro, que agora pinta também como matador, pesaram a vontade de vencer o rival, que provocou o Gigante da Colina durante a última semana, e os conselhos que recebeu em São Januário.

“A canhota não é mágica, mas acho que dá para ajudar o Vasco às vezes (risos). Prefiro servir os meus companheiros, mas todo mundo conversa comigo durante os treinamentos e pede para eu arriscar mais os chutes. Graças a Deus fui muito feliz”, explicou Felipe.

Por falar em incentivo, o camisa 6 lembrou o apoio que tem recebido do técnico Cristóvão Borges, que o escalou como titular no lugar de Juninho e o deu a braçadeira de capitão. Ele não poupou elogios.

“Tenho uma relação muito próxima do Cristóvão e o admiro muito. É um treinador excelente e uma pessoa maravilhosa. Tem tudo para construir uma grande carreira. Por isso fico ainda mais satisfeito por ter ajudado o Vasco e consequentemente o nosso técnico”, disse.

Com 34 anos, Felipe ainda não pensa em aposentadoria, mas não esconde a felicidade por ainda jogar em alto nível. No entanto, o atleta divide todos os méritos com o grupo.

“Sempre é bom perceber que a gente é respeitado e exerce um tipo de liderança no grupo. Mas no Vasco precisamos de todos. Temos o Romulo, o Fagner, Eder Luis e Alecsandro. Somos uma família unida. Fui importante contra o Flamengo e sei que amanhã outro jogador será decisivo. Por isso, o craque do nosso time é o elenco”, declarou o camisa 6.

Fonte: Marca Brasil
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