Grupos políticos publicam nota em conjunto sobre alterações no estatuto

03/03/2020 às 12h38 - POLÍTICA

Às responsabilidades

O ano é 2020, último ano de mandato dessa legislatura e, como consequência, ano eleitoral. Portanto, não era ano de se falar em alterações de Estatuto Social. A única entrega viável desse Conselho Deliberativo seria o pleito direto para Presidente da Diretoria Administrativa para tentar remediar o irremediável dano causado no primeiro ato, em janeiro de 2018.

Os grupos signatários desta Nota manifestaram-se publicamente e de diversas formas no sentido de que a configuração atual do CD, embora legítima, esta marcada por seus atos. Dessa forma, não participou do debate e tentou a todo custo debelar a iniciativa de prosseguimento com a reforma do Estatuto.

O resultado está aí. As reuniões ocorreram de maneira completamente desordenada, citamos: (i) o atropelo dos itens 1 e 2 da pauta, aprovando um confuso “item 1 dentro do item 2”, (ii) os “acordos das lideranças” em decisões que deveriam ser do Plenário , figura criada nesta legislatura, diga-se de passagem; (iii) a reiterada negativa da Mesa do CD em verificar e informar o quórum de instalação da reunião e o de votação dos capítulos; e (iv) a votação pelas manifestações contrárias e não pelas de aprovação, conforme prevê o Estatuto.

Não bastasse tudo o que foi citado, a questão derradeira veio após 3:30 de andamento da última reunião: na primeira vez que foi testado o quórum, verificou-se sua inexistência para aprovação das matérias.

A conclusão? A mesma que colocamos antes de qualquer debate. Não era o momento dessa discussão.

Os culpados? Não nos cabe apontar dedos. Cabe uma reflexão de cada agente político sobre seus atos e consequências e de cada sócio votante de verificar como agiram seus grupos preferidos.

Em breve haverá uma eleição. Então, vamos usar a parte boa desse debate extemporâneo para qualificar o voto de novembro. Saiba o que seu grupo preferido defendeu e como ele se posiciona para o referendo na AG. Essa era a postura que esperava? A postura é coerente? São perguntas cujas respostas não devem silenciar.

De nossa parte, seguimos incentivando a Nova Resposta Histórica, para que se coloque como alternativa legítima ao texto estatutário proposto. Nosso indicativo é o de REPROVAR o texto na Assembleia Geral.

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Fonte: Divulgação