Futebol

Jogo sem torcida teve até gritos de Rodrigo Caetano. Confira!

Sempre inutilizado em dias de jogos do Vasco, o estacionamento em frente a São Januário ganhou um clássico disputado. No campo que tem o apelido de "Rala Cocô", um time de verde enfrentava outro de rosa, além da terra batida e, principalmente, do matagal nos lados do "gramado". Pelo menos para os peladeiros, houve esse lado positivo do time vascaíno jogar mais uma vez de portões fechados. Mas para os torcedores não teve jeito. Mesmo cantando a plenos pulmões, soltando fogos e fazendo todos barulhos que tinham direito, os vascaínos sofreram sem poder jogar junto com o time e ainda com o pequeno atraso - o "delay" - da transmissão da TV dos três gols da primeira vitória do Vasco na Série B.

- Conseguimos ouvir nossa torcida, mas tinha um delay do grito. Era engraçado até. Saía o gol, eles comemoravam depois - lembrou, sorrindo, o técnico do Vasco, um dos personagens de um  jogo sem torcedores dentro do estádio.

Nos tranquilos 3 a 0 sobre o Atlético-GO, a atenção estava toda voltada para os gritos de dentro de campo e as orientações dos treinadores. Agitado por natureza, o treinador do Vasco não sossegou e falou o quanto suas cordas vocais aguentaram na beira do gramado. Era possível ouvir o treinador orientando seus atletas a todo momento. Yago foi quem mais escutou.

- Vamos, começa de novo, sai com calma - pedia Adilson aos jogadores, quando queria que o time girasse a bola e procurasse mais espaços.

Mas um outro grito ofuscou os 22 jogadores e os dois técnicos do campo. Posicionado no camarote da presidência do clube, o diretor de futebol Rodrigo Caetano mostrou que é da escola Adilson Batista. E tem uma corneta ainda mais afiada. Principalmente quando o assunto é arbitragem.
- Dá para parar de atrasar esse jogo! - gritou para o árbitro, que havia marcado mais uma falta no primeiro tempo.

Pedidos de falta, de cartão ("precisa do que para botar na rua?", após uma falta dura em Yago), reclamações contra o bandeirinha, mas também uma certa solidariedade com o trio de arbitragem em outros momentos. Quando a bola bateu no corpo e depois na mão de Luan na área, Caetano gritou para o juiz:

- Vai deixar falar, é?

Mas havia também cobrança para cima dos jogadores vascaínos. Quando o volante Fellipe Bastos chutou mal uma cobrança de falta, Caetano lamentou e repetiu alto o nome do jogador. Mas pouco depois o agrado chegou com o gol de Marlon. A jogada terminou com rebote do forte chute de Bastos e gol do lateral-esquerdo. Para gritos eufóricos e aplausos da comissão técnica. E do exigente diretor de futebol do Vasco.

Fonte: ge
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