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Jornalista questiona ausência de São Januário em projeto do MT

O Ministério do Turismo, em parceria com o Ministério do Esporte, lançou ontem, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, sem muito alarde, a rota do turismo do futebol na América do Sul - propriamente no Mercosul, eixo que envolve Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai e Bolívia. A ideia marca o fim da presidência temporária do governo brasileiro à frente do bloco, é alinhada à marca “Visit South America” e tem como objetivo usar a paixão pelo futebol na promoção do turismo entre estes países. O que parece ótimo - e até aí, tudo bem! Acontece que a instituição do roteiro, por ora chamado “Rota dos Estádios de Futebol do Mercosul”, não inclui o lendário e mítico “São Januário”, tombado pelo patrimônio histórico do Rio de Janeiro. Erguido por vascaínos de diversas camadas sociais no início do século passado, inaugurado em abril de 1927, o estádio foi palco de grandes jogos do Continente, sobretudo antes da construção do icônico Maracanã, em 1950. Mesmo depois disso, especificamente em 1998, abrigou uma das partidas das finais da Copa Libertadores, contra o Barcelona de Guayaquil. Ou seja: não há razão para deixá-lo de fora, principalmente em seus últimos dias antes da reforma. Afinal, diz o texto promocional do projeto, que “…os estádios de futebol se destacam como espaços de encontro e de memória viva, onde se entrelaçam história, arquitetura, arte popular e emoção coletiva. Muitos deles contam com museus, centros de interpretação, visitas guiadas e infraestrutura para receber turistas nacionais e internacionais…” - exatamente o que o turista encontrará em São Januário. Sem falar no ótimo restaurante em anexo, onde se come bem, com fartura e bom gosto. De novo: se os critérios de seleção do estádios da rota incluem “… relevância histórica, oferta de visitas guiadas, museus ou centros de memória, além de acessibilidade e infraestrutura adequadas….”, São Januário jamais poderia ter sido esquecido. No entanto, os estádios brasileiros listados nesta fase são Maracanã, Allianz Parque, Neo Química Arena, Arena BRB Mané Garrincha, Beira-Rio, Arena do Grêmio e o Museu Pelé.

Na Argentina:,La Bombonera, Más Monumental, Diego Armando Maradona e Estádio Mario Alberto Kempes;

No Uruguai: Estádio Centenario, Gran Parque Central e Campeón del Siglo;

No Paraguai: Museu Conmebol, Estádio Defensores del Chaco e Estádio La Nueva Olla;

No Chile: Parque Estádio Nacional. Na Bolívia: Estádio Hernando Siles e Estádio Ramón Tahuichi Aguilera.

Fonte: X do jornalista Gilmar Ferreira - EXTRA
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