Corinthians e Vasco passaram por situações bem parecidas e vocês receberam uma ajuda. Como foram essas conversas?
Eles nos mostraram um quadro da queda deles e assemelhamos ao nosso, até porque há a mesma exigência em termos de torcida. Discutimos planejamento do departamento de futebol, principais precauções, entre outros detalhes. O relacionamento sempre foi amistoso e ajudou o Vasco.
É possível seguir também o modelo de fim de ano do Corinthians, que deu férias antecipadas, voltou antes e conquistou títulos?
Não chegamos a esse ponto. Até porque não pretendemos antecipar muito em relação a essa transição para não trazer nenhum tipo de perturbação. É preciso lembrar que ainda não subimos e tudo depende disso e do título.
A fórmula, então, não se encaixa no pensamento do Vasco?
É até interessante, mas contamos commuitos jogadoresemregime de empréstimo. É necessário que tenhamos uma ideia de quem vai permanecer, e isso só vai acontecer em dezembro. Um exemplo é o Ramon, que se adaptou ao clube e queríamos muito que ficasse. Mas ele pertence ao Inter. Pensar em um plano geral é difícil.
Dentro desse planejamento, que já começou a ser pensado, está incluída uma reformulação no grupo? Keirrison pode vir?
Haverá adaptações, é inevitável. Estamos em um ano de transições. Este ano, alguns não vingaram, como o Fernandinho. Mas é do futebol. Sobre o Keirrison, sequer sabíamos do contato do Dorival. Não creio na viabilidade.
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