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Juninho Pernambucano vira 'Papai Noel' e entrega camisa a pequeno vascaíno

Entre os dias 5 de novembro e 6 de dezembro, as agências dos Correios do Estado do Rio receberam exatamente 15 356 cartas endereçadas ao Papai Noel. Todas fazem parte de um programa conduzido em parceria com a rede pública de ensino e foram escritas por crianças carentes, que contam com a possibilidade de ter seu pedido atendido por pessoas dispostas a realizá-lo. O capricho e o carinho dispensados às correspondências começam pelo envelope, a maioria decorada com desenhos coloridos. Uma vez abertas, revelam-se histórias comoventes do dia a dia em alguns dos bairros mais pobres da cidade, de famílias que vivem com orçamento apertado e para as quais brinquedos ou mesmo uma roupa nova são luxo raro. Mesmo assim, a dureza da vida não impede esses pequenos sonhadores de imaginar o dia em que terão nas mãos câmeras digitais, tablets, bonecas vistosas, skates, bicicletas ou o uniforme completo do time do coração.

Das cartas enviadas às agências postais, aproximadamente 14 000 são adotadas por cidadãos interessados  em fazer o Natal de seus remetentes mais feliz — os presentes são encaminhados gratuitamente para o endereço que consta dos envelopes. A reportagem de VEJA RIO teve acesso a parte dessa correspondência e selecionou dez delas. Em seguida, convidou dez personalidades para que encarnassem o bom velhinho e transformassem em realidade o desejo dessas crianças. O resultado desses encontros emocionantes para ambos os lados está nas próximas páginas.

O sentimento não pode parar

Foi uma amiga da mãe de Diogo Barros da Silva, 4 anos, quem deu a ideia quando o menino pediu um uniforme completo do Vasco: "Por que não escrever para o Papai Noel e colocar a carta no correio?". Quando a correspondência foi selecionada por VEJA RIO entre as centenas enviadas todos os dias às agências, nem a amiga nem a mãe, Anselma Oliveira, poderiam imaginar que o presente viria e, ainda por cima, seria dado pelo jogador Juninho Pernambucano, ídolo da torcida vascaína. Na data marcada, Diogo, Anselma e o pai, Djalma Barros da Silva, foram recebidos na casa do jogador com um bolo de chocolate. Ao craque, os pais contaram que são vascaínos doentes, que o sentimento não arrefeceu com o rebaixamento e recordaram a primeira pa­lavra dita pelo menino, há dois anos. "Foi Vasco", disse Anselma, com as mãos tremendo. "Sou católico e dou va- lor ao Natal. Fico feliz por ter propiciado felicidade a uma família", afirmou Juninho.

Fonte: Veja Rio Online
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