Futebol

Miguel Borja, carrasco do São Paulo, foi oferecido ao Vasco

dificuldade não é nova. Desde dezembro de 2012, quando Alecsandro deixou o Vasco depois de marcar 26 gols no ano, o time não possui um centroavante de confiança em uma temporada. Em 2016, as tentativas para trazer Leandro Damião e Gilberto fracassaram. Enquanto isso, Leandrão e Thalles seguem como opções.

A falta de recursos atrapalha, mas não é o único problema. O colombiano Miguel Borja, de 23 anos, então no Cortuluá, foi oferecido, mas recusado. Pouco depois, fechou com o Atlético Nacional. Semana passada, marcou os dois gols do time da Colômbia sobre o São Paulo, na semifinal da Libertadores.

Outro fator que dificulta as investidas do Vasco é o fato de o clube buscar um centroavante que possa atuar na Copa do Brasil, prioridade do time em 2016. Para isso, é preciso que ele ainda não tenha entrado em campo na competição por outra equipe, o que diminui o leque de opções no mercado.

A cúpula de futebol, encabeçada por Eurico Brandão, assessor da presidência, segue na praça atrás de um jogador para vestir a camisa 9. O presidente Eurico Miranda, por sua vez, tem participado menos do assunto.

Nesta quarta-feira, contra o Santa Cruz, justamente pela Copa do Brasil, o Vasco poderá encontrar pela frente Grafite, outro centroavante que teria sido sondado pelo clube carioca, segundo o próprio jogador afirmou em entrevistas. A tendência é que o time pernambucano venha ao Rio com uma equipe mista.

Leandrão, desfalque no sábado, no jogo da Segunda Divisão, por estar suspenso com três cartões amarelos, deverá ser o titular na Colina.

Depois de saída de Alecsandro, clube contratou oito centroavantes, sem sucesso

A carência de um centroavante no Vasco é um problema crônico para o qual o clube ainda não encontrou remédio. De 2013 para cá, nada menos que oito jogadores foram contratados pelas diretorias de Roberto Dinamite e Eurico Miranda. Nenhum conseguiu resolver a questão em São Januário.

No ano do segundo rebaixamento, o clube apostou nas vindas de André, Edmílson e Leonardo. O primeiro até que teve pontaria, com 12 gols em 27 jogos, mas problemas disciplinares minaram sua vida na Colina.

Na temporada seguinte, a diretoria apostou em Thalles e Edmílson. No decorrer do ano, contratou Kleber, que não brilhou: seis gols em 28 partidas disputadas.

Em 2015, o Vasco começou a temporada com presidente novo e problema antigo. Quatro jogadores foram contratados: Gilberto, Riascos, Herrera e Leandrão. O primeiro foi quem mais fez gols: nove em 26 jogos.

Fonte: Extra
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