MUV repudia Lei da Mordaça e anuncia eleição em setembro

17/08/2007 às 20h27 - POLÍTICA

Em razão dos últimos acontecimentos envolvendo a volta da “Lei da Mordaça” e a cassação da credencial de um repórter do jornal O Globo, o Movimento Unido Vascaíno (MUV) manifesta seu repúdio a atitude autoritária e antidemocrática do presidente interino do Vasco. A censura à imprensa é uma clara retaliação às informações divulgadas, nesta semana, com base em farta documentação, sobre a penhora de quase todo o patrimônio do clube, localizado entre a Rua São Januário e a Rua General Almério de Moura. Contra os fatos e documentos que confirmam as penhoras, hoje disponíveis no site do MUV, a diretoria até o momento não apresentou nenhuma justificativa, apenas as suas habituais mentiras.

A quase totalidade das penhoras apresentadas é de execução de sentença, quando o réu não efetua o pagamento da dívida pela qual foi condenado. A diretoria do clube tenta criar um outro discurso jurídico para criar falsas verdades junto aos vascaínos. O presidente mantendo o clube limpo e pintado, que é sua obrigação, julga que pode esconder as penhoras, fruto de sua administração. Os Poderes legalmente constituídos do Vasco e os seus conselheiros sabem o cuidado que se tem com o patrimônio do clube: tudo penhorado.

Eleição no MUV – Foi marcada, nesta sexta-feira (17/8), durante almoço comemorativo aos 109 anos do Vasco, a data da eleição para a diretoria do MUV, no triênio 2007 – 2009, para o dia 17 de setembro, na sede do movimento (Rua Primeiro de Março, 21/3ºandar). A atual diretoria formará uma chapa. O estatuto do MUV permite apenas uma reeleição, tese defendida pela oposição para o Vasco.

Fonte: Assessoria de Imprensa do MUV