Inicialmente advertido, Pedrinho, presidente do Vasco, foi condenado a 15 dias de suspensão no Pleno no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pela confusão no empate por 3 a 3 com o Cruzeiro, no Mineirão, no dia 15 de março, pelo Campeonato Brasileiro.
A decisão impede que o executivo frequente jogos, vestiário com o elenco em dias de partidas e viaje com a delegação para duelos fora de casa durante a suspensão.
A pena começa a contar nesta sexta-feira. Pedrinho, portanto, volta a ficar apto a cumprir todas as funções para com o Vasco a partir do dia 1º de maio, uma sexta-feira.
O presidente, assim, "perderá" todos os compromissos restantes do clube em abril. Ele não poderá viajar e nem estar lado a lado com a delegação para o jogo contra o Paysandu, em Belém, na próxima terça-feira pela quarta fase da Copa do Brasil.
Jogos que Pedrinho está suspenso
O executivo poderá voltar a frequentar estádios no clássico contra o Flamengo, em 3 de maio, no Maracanã. Ele pode cumprir normalmente as funções no dia a dia do clube.
Na quinta-feira passada, Pedrinho foi apenas advertido pelas reclamações à arbitragem de Lucas Paulo Torezin, do Paraná. Por isso, o STJD apresentou um recurso. A Procuradoria considera que as reclamações do presidente “ultrapassaram limites”, apontando que as acusações de “prejuízos reiterados” atribuiria “postura tendenciosa” do árbitro.
No tempo de defesa, os advogados do Vasco questionaram o período exíguo para a defesa, pois receberam o recurso na sexta-feira depois de 22h e os três dias previstos para apresentar as contrarrazões - a partir de segunda-feira - só encerrariam na própria data do julgamento desta quarta-feira. A defesa também levou aos autos do processo depoimento do árbitro na delegacia em Belo Horizonte, em que ele dizia não se sentir ofendido pelo presidente vascaíno.
Mais lidas