Futebol

Opinião: "O lampejo do craque e o guerreiro esquecido"

\"Carlos O primeiro tempo de Vasco e Guarani foi aquilo a que nomeamos usualmente como “bela porcaria”. Que primeira etapa lastimável! O que se via era um caminhão de faltas e uma enormidade de passes errados. Embora tenha dominado boa parte do jogo, o Vasco não levou quase nenhum perigo ao gol adversário. A única boa chegada no primeiro tempo, de fato, foi em um chute de Élton, após bela jogada de Carlos Alberto, que, a meu conceito, não fez essa exibição primorosa que pintaram aí nos principais portais esportivos.

Justamente aí que esta a diferença do craque para um jogador comum. Um jogador do quilate e do talento de Carlos Alberto não precisa jogar bem durante toda uma partida para ser decisivo. Basta um, somente um, lampejo de sua genialidade, e pronto, mais três pontos no bolso. O Capitão/alma do time partiu pra cima dos zagueiros e serviu Élton, de frente pro crime, bater firme e dar números finais ao jogo. Nosso camisa 9 pode não ser o centro-avante dos sonhos, aliás, não é, mas foi, sem sombra de dúvida, peça crucial no nosso acesso consumado.

A partir do gol, o Vasco passou a tentar administrar o resultado para lá de perigoso. Após a tentativa patética do zagueiro bugrino de cavar um pênalti, o “juizão” não refugou e mandou o \"artista\" mais cedo pro chuveiro. E o \"juizão\" hein? Parecia ter múltiplas personalidades. Começou apitando o jogo à européia, nada era falta. Pouco depois, tudo virou falta. Em dado momento, lances rigorosamente iguais foram tratados por vossa excelência como falta algumas vezes e, em outras, como lances normais. Vai entender essa arbitragem.

Vai entender também a cabeça desses superestimados senhores chamados Treinadores de Futebol. Antes de mais nada, reitero que sou só agradecimentos ao nosso querido Dorival Júnior, mas a entrada de Fernando na partida, no lugar do apagado Allan, não foi inteligível a nenhum dos 52.000 vascainos presentes no Maracanã. O próprio Fernando foi pego de surpresa. O time vencendo, com um jogador a mais, apoiado pela massa cruzmaltina, e se opta pela entrada de um zagueiro no lugar de um meia ofensivo? Chamamos o Guarani para nosso campo de defesa e arriscamos nossa vitória. Não fosse Fernando Prass, poderíamos estar aqui a reclamar, com razão, dessa opção...maluca!

Termino exaltando um jogador que não pode ter sua atuação passando em branco: Amaral.
Ao meu ver o melhor jogador Vascaíno em campo. Não perdeu sequer um lance e até acertou alguns passes mais elaborados. Sei que para alguns continua sendo difícil reconhecer o óbvio: Amaral melhorou muito. Experimente tirar essa birra, como eu fiz, e verás que nem sempre se é justo com o Amaral quando ele merece. Este artigo é dedicado ao Lampejo do Craque, que redunda em gol, e ao vigor do guerreiro, poucas vezes lembrado.

Saudações Cruzmaltinas!

Agradecemos ao nosso leitor João Vitor Carvalho pelo envio da matéria.

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Fonte: Blog do Almirante
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