— O Adson entrou muito bem no primeiro jogo, na minha visão. Acabou que no jogo em Santos o campo estava um pouco mais pesado, havia caído uma chuva forte, e entendi que o Adson, sendo um jogador mais leve, não tinha essa característica. Como ele tem essa capacidade de jogar por dentro ou fora, e na minha visão tanto o Rojas quanto o Brenner já estavam desgastados, para conseguir fazer pressão... Muito do mérito do primeiro tempo é porque a gente conseguiu ser pressionante. Começou a recuperar a bola em zonas mais avançadas e a criar algumas oportunidade. O objetivo foi colocar jogadores mais frescos para pressionar mais e jogar mais dentro do campo do adversário.
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