Os principais pontos do pedido de autorização do DIP do Vasco
🚨💢 VASCO PEDE À JUSTIÇA AUTORIZAÇÃO PARA NOVO FINANCIAMENTO DE R$ 40 MILHÕES!
O Club de Regatas Vasco da Gama (CRVG) e a Vasco SAF protocolaram neste sábado (18) um pedido na Recuperação Judicial para que a 4ª Vara Empresarial autorize a contratação de um novo financiamento DIP de R$ 40 milhões junto à Almirante Participações e Empreendimentos S/A.
📌 Os principais pontos da petição:
➡️ O Vasco afirma que não precisa convocar nova Assembleia de Credores, pois o Plano de Recuperação Judicial já autorizou previamente a contratação de novos financiamentos DIP, dependendo apenas da validação da Justiça.
➡️ A Crefisa, que financiou o primeiro DIP e possuía direito contratual de preferência, renunciou formalmente a esse direito, liberando o clube para fechar a operação com a Almirante.
➡️ O financiamento prevê:
• 💰 R$ 40 milhões líquidos;
• 📅 Liberação em parcela única após autorização judicial;
• 📈 Correção apenas pelo INPC;
• ❌ Sem juros remuneratórios;
• ⏳ Prazo de 1 ano.
🚨 PONTO MAIS IMPORTANTE
Caso a Almirante vença o futuro leilão da UPI, os R$ 40 milhões poderão ser compensados com o investimento que ela fará na aquisição da UPI, funcionando como uma antecipação dos recursos que seriam aportados na operação. A petição, porém, deixa claro que isso ocorrerá apenas se a empresa for a vencedora do processo competitivo, ou seja, não significa que a venda já esteja definida.
🔒 Como garantia, a SAF oferecerá parte dos recebíveis futuros da Liga Forte União (LFU) relacionados ao critério de apelo comercial, enquanto o CRVG atuará como avalista solidário da operação.
⚠️ A petição também revela um cenário de forte pressão de caixa. Segundo o Vasco, os recursos são essenciais para manter as operações, honrar compromissos com atletas, funcionários, fornecedores, cumprir o Plano de Recuperação Judicial e a transação fiscal. Projeções financeiras apresentadas sob sigilo indicariam risco de insuficiência de liquidez nas próximas semanas.
📌 Agora, a operação ainda depende da manifestação da Administração Judicial, do Ministério Público, do watchdog e, principalmente, da decisão da juíza da 4ª Vara Empresarial. Somente após essa validação o financiamento poderá ser formalizado.