Pikachu fala sobre Maxi, salários e meta até a parada para a Copa América

31/05/2019 às 13h13 - FUTEBOL

Chegou a hora de vencer no Campeonato Brasileiro. É assim que o elenco do Vasco chega para as três últimas rodadas da competição antes da parada para a Copa América. Antes do treino desta sexta-feira, Yago Pikachu conversou com a imprensa e afirmou que a meta é conquistar nove pontos, principalmente porque o time atuará no Rio de Janeiro (Botafogo, Internacional e Ceará).

- Por estar jogando no Rio, o objetivo é fazer nove pontos. Mas a gente sabe que contra o Botafogo, por se tratar de um clássico, um empate não é um resultado ruim, conquistando, é claro, as duas vitórias nos outros dois jogos seriam 7 pontos. Mas no momento não podemos pensar em empatar, pois desperdiçamos pontos importante. Foram cinco pontos que fazem falta.

Além dos pontos perdidos, quem poderá fazer falta também é o atacante Maxi López, que pediu rescisão de contrato e não vestirá mais a camisa do Vasco. Segundo Pikachu, a atitude pegou o elenco de surpresa.

- Para a gente foi uma surpresa porque estávamos viajando e soubemos da notícia. Não tivemos contato pessoalmente. Se despediu por mensagens. Foi muito importante para a gente e tem seus motivos para ir embora. Agora vamos seguir nossa caminhada sem ele para conquistar nossos objetivos.

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Dois meses de salários atrasados

Todo trabalhador gosta de ter seus salários em dia. Poucos clubes estão pagando em dia. Mas nosso presidente já nos passou que está correndo atrás para fazer esses pagamentos.

Importância de uma vitória no clássico

Todos nós sabemos do momento de não termos vencido no campeonato. Conseguimos fazer um bom jogo na semana passa, mas infelizmente tomamos um gol no final. Poderíamos ter vencido de 2 ou 3 a 0. Nada mais importante que jogar um clássico e vencer. Vamos enfrentar um adversário que vem em um bom momento. Vencendo, nossa confiança vai lá para cima.

Cobrança interna pela fase defensiva

Tem essa cobrança. Estou voltando a me adaptar na lateral e existe uma cobrança de todos ali de trás. 12 gols é muita coisa para a nossa equipe.

Café da manhã diferente para jogo às 11h

Hoje foi um treino com o pessoal da nutrição para ver como a gente se adaptaria. Sou um pouco chato com comida, mas é importante se adaptar. Se eu pudesse colocaria um açai lá do Pará (risos). Lá é como uma refeição. A gente troca o arroz e feijão pela tigela de açaí com farinha. O daqui não consigo. Para vocês é uma sobremesa, mas para nós é uma refeição.

Fonte: GloboEsporte.com