Pikachu, sobre ser capitão: "Eu fiquei muito feliz com essa oportunidade"

31/05/2018 às 21h49 - FUTEBOL

Um dia depois de fazer mais uma vítima em São Januário e se manter nas brigas pelas primeiras colocações do Campeonato Brasileiro, o Vasco da Gama retornou aos trabalhos no CT das Vargens, em Vargem Pequena. Os atletas que atuaram diante do Paraná fizeram apenas um regenerativo. Os demais, por sua vez,  suaram a camisa em atividades físicas e técnicas. 

Com 11 pontos conquistados em sete jogos disputados, o Gigante da Colina retorna aos gramados no sábado (02/06) para encarar o Botafogo. A reedição da final do Campeonato Carioca, vencida pelo Alvinegro nas cobranças de pênalti, será disputada em São Januário, casa vascaína. O polivalente Yago Pikachu acredita que o clássico tem tudo para ser movimentado.


- O futebol é engraçado. Se a gente não perde aquele jogo contra o Bahia, nós estaríamos hoje quatro jogos invictos. Esperamos um confronto muito aberto, como foi durante a disputa do Campeonato Carioca, com muitos gols. O adversário vem de derrota e nós iremos entrar em campo motivados pela vitória que tivemos diante do Paraná. Clássico é sempre difícil, bastante equilibrado, mas vamos procurar fazer uma boa apresentação para dar alegria ao nosso torcedor e sair de campo com os três pontos - declarou o talentoso paraense.

Não é exagero afirmar que o camisa 22 passa por seu melhor momento em São Januário. Além de ter ultrapassado a marca de 100 jogos e se tornado o maior xodó dos vascaínos, Yago Pikachu lidera o ranking de goleadores do clube em 2018. Na última quarta (30/05), porém, o paraense viveu pela primeira vez a experiência de utilizar a braçadeira de capitão do Vasco. Ter sido o capitão de um dos maiores clubes do país foi algo bastante festejado pelo jogador.

- Eu só havia sido capitão uma vez, na minha despedida do Paysandu. O clube fez uma espécie de homenagem para mim. Foi uma surpresa para mim ser o capitão do Vasco. O Zé conversou comigo antes da partida e me explicou o motivo dessa escolha. Ocorre que eu era o jogador em campo que possuía mais tempo de casa, pois o Ramon estava no banco e o Breno estava fora, assim também como o Wagner. Eu fiquei muito feliz com essa oportunidade. Deu tudo certo, graças a Deus. Os meninos até brincaram dizendo que eu poderia seguir com a faixa se continuasse fazendo gol, mas isso não interfere. O importante é estar ajudando em campo - afirmou o polivalente jogador.

Fonte: Site oficial do Vasco

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