Presidente da Guerreiros do Almirante deu entrevista para o perfil Mídia Vascaína, no X, após protesto realizado em São Januário, neste domingo (28):
— Então, esse protesto aqui é de uma ideia coletiva dos vascaínos de uma percepção de um futuro muito muito perigoso mais uma vez para o Club de Regatas Vasco da Gama.
Por mais uma vez essa questão política envolvendo algo que já estava encaminhado com planejamento.
Nós, como torcida, a gente fica meio tenso, meio não, completamente tenso do que que vai ser. Estamos em décimo sétimo lugar no Brasileiro, sem planejamento, não sabe quem é técnico.
Fico imaginando os jogadores que voltaram a treinar nessa realidade de agora não ter um um treinador, não saber quem vai liderar o futebol do Vasco, se é uma interventora, se o Pedrinho vai voltar, se essa liminar caiu ou não.
Então, é todo esse processo que a gente vê que atrapalha o Vasco de uma forma gigante. E a gente, como torcida, está nesse papel de reivindicar a tranquilidade e o melhor caminho para o clube, entendeu?
Essa é a percepção que a gente tem. Por isso a gente está apoiando o Pedrinho, por isso que a gente quer a venda imediata da SAF para a família Lamacchia ali mesmo, para o para o para o Sr. José Lamacchia, o filho dele, que é o trabalho que tem que ser feito porque é o trabalho que tem mais garantias favoráveis ao clube e que por isso a gente apoia.
É também preocupação de ter que passar mais um ano no perrengue, na zona de rebaixamento, passando por por grande chance de cair.
Isso não vai acontecer se depender da gente, da torcida, a gente está junto aí e vamos nessa.
A Guerreiros do Almirante (GDA) é uma das organizações de torcedores mais marcantes e singulares do Club de Regatas Vasco da Gama. Fundada em 16 de agosto de 2006, ela se diferencia das torcidas organizadas tradicionais por adotar o estilo de "barra brava" (inspirado nos movimentos de torcedores da América do Sul, como na Argentina e Uruguai).
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