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Rodrigo Caetano vê especulações com seu nome como normais

O diretor executivo de futebol do Vasco, Rodrigo Caetano, sempre foi acostumado a trabalhar nos bastidores, mas, atualmente, ele tem sido o personagem principal dentro de São Januário. Com um trabalho que conquistou jogadores, comissão técnica e até a torcida, o dirigente vê a sua renovação ser tratada como prioridade pela diretoria e considera o assunto algo natural.

“É normal essa questão quando um profissional está próximo do fim de seu contrato. Entendo ser perfeitamente normal essas especulações”, comentou o dirigente.

Protagonista na negociação de sua renovação com o Vasco, Rodrigo Caetano vive um momento novo. Nem quando foi jogador, entre 1992 e 2003, acabou tão assediado. “Eram negociações diferentes, sem muitas badalações”, brincou o atual dirigente, que, enquanto jogador, não teve o mesmo brilho dos dias de hoje.

“Talvez eu tenha me preparado melhor para ser dirigente do que um atleta. Além disso, tive muitas problemas de contusão, que me atrapalharam durante a carreira”, salientou Rodrigo Caetano, que encerrou a carreira em 2003, quando foi convidado por Paulo César Carpegiani para assumir a direção do RS Futebol, do Rio Grande do Sul.

Sob o comando de Rodrigo Caetano, o clube revelou jogadores com Thiago Silva (Milan, da Itália), Naldo (Werder Bremen, da Alemanha) e Ederson (Lyon, da França). Além do Vasco (desde 2009), o dirigente também trabalhou no Grêmio (2005 até 2008).

Dentro das quatro linhas, Rodrigo Caetano foi revelados nas categorias de base do Grêmio. Ele ainda defendeu o Mogi-Mirim-SP, Brasil de Farroupilha-RS, Náutico, América-RN, Sport, Juventude-RS, Caxias-RS, Deportivo Táchira-VEN e São José-RS.

No Brasil de Farroupilha, em 1997, quando atravessava sua melhor fase na carreira, Rodrigo Caetano viveu seu maior drama. Com um pré-contrato assinado com o Compostela-ESP (na época na primeira divisão espanhola), o atual dirigente fraturou, de uma vez só, a fíbula e o tornozelo.

Como se não bastasse ver a chance de atuar na Europa ir por água abaixo, o ex-jogador teve que ficar um ano parado. Surgiu, naquele momento, a ideia de se tornar dirigente de futebol. Após um ano afastado, Rodrigo Caetano ainda voltou a jogar, inclusive no exterior, antes de dar início ao sonho de brilhar fora dos gramados.

Com o êxito que não encontrou dentro dos campos e, após bons trabalhos no Sul do Brasil, o dirigente surgiu no eixo Rio-São Paulo em 2009. Com status de “ídolo”, Rodrigo Caetano passou a ter a sua renovação ser tratada com prioridade.

“O mais importante, nisso tudo, é que a função do executivo dentro deste cenário vem sendo reconhecida. Isso é algo que todos vislumbram ter em termos de profissionalização do futebol”, encerrou o dirigente.

Fonte: UOL Esporte
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