Futebol

Vasco faz projeção de público para o segundo jogo da semifinal do Carioca

Na reta final do Campeonato Brasileiro de 2013, o Maracanã ficou lotado de vascaínos em três jogos seguidos. O apoio deu certo em campo, mas a combinação de resultados não permitiu a fuga do rebaixamento. No entanto, os dirigentes do clube afirmam que não é só o desânimo pelo momento do futebol que afasta os torcedores dos estádios nesta temporada. Para o vice de patrimônio, Manuel Barbosa, a arbitragem tem influência direta na baixa presença e não estima mais do que 20 mil pessoas no jogo decisivo por vaga na final do Campeonato Carioca, contra o Fluminense.

- Acredito que vá ter perto de 20 mil. A estimativa é mais ou menos nesse número. Mas está difícil, porque no outro jogo só não ganhamos porque o árbitro não deixou. Está uma vergonha. Foi contra o Flamengo, que não viram aquele falta entrar, contra o Bonsucesso, em São Januário, e agora também. Vivemos uma guerra contra a federação por causa disso. Quem é vascaíno, como eu sou, ou mesmo quem não é está vendo o que acontece. Todos os vascaínos estão ressentidos e incomodados com o campeonato - lamentou o dirigente.

Na quinta-feira, 9.976 torcedores pagaram ingresso para assistir ao empate em 1 a 1 que manteve a vantagem tricolor na disputa deste domingo, às 16h, no Maracanã. Os vascaínos reclamam de dois pênaltis não marcados e de o zagueiro Gum não ter sido expulso. Até o início da noite de sexta, menos de três mil bilhetes haviam sido vendidos antecipadamente.

A tensão no clássico, aliás, virou discussão entre os clubes. Ercolino de Luca, vice de futebol cruz-maltino, disse que se fosse para manter o nível da arbitragem, "era melhor o Vasco nem jogar". Ele foi chamado de "brincalhão" pelo também vice Ricardo Tenório, do Fluminense, que não saiu satisfeito com o trabalho de Wagner do Nascimento Magalhães e companhia.

O preço dos ingressos é outro assunto que se transformou em justificativa para o desinteresse. Houve jogos no Maracanã com arquibancada a R$ 80. Vasco, Fluminense e a administração do estádio combinaram cobrar R$ 60 pelos setores atrás dos gols. Com gastos adicionais - como alimentação, estacionamento e locomoção - ir a uma partida pode não sair a menos de R$ 100.

Para o técnico Adilson Batista, o apoio é fundamental, mas a preocupação com o envolvimento de seus comandados na questão é grande.
- Espero que no domingo o Marcelo de Lima Henrique (árbitro sorteado) comande bem o jogo e que não seja influenciado. É isso que vou passar a meus jogadores, que entrem em campo e procurem vencer. No meu ponto de vista, vimos uma pressão enorme por parte dos jogadores do Fluminense hoje - disse Adilson, logo após a partida.

Fonte: ge
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