Futebol

Vasco não consegue efeito suspensivo para Nilton

O volante Nilton não poderá mesmo estar em campo no próximo domingo, dia 7 de março, contra o Boavista. E continuará sem condições de jogo até que o seu recurso seja apreciado pelo Pleno do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD/RJ). Suspenso por seis jogos pelo carrinho dado em Caio, do Botafogo, o jogador teve seu pedido de efeito suspensivo negado na noite desta sexta-feira, 5.

Responsável por analisar o recurso, o relator do processo, Rui Teles, argumentou que a concessão do efeito suspensivo “estimularia a impunidade desportiva”. Além disso, disse que não via prejuízo irreparável ao atleta, citando que a competição (Taça Rio) ainda caminha para sua terceira rodada. Nilton, agora, aguarda a análise do caso no Pleno do TJD/RJ, ainda sem data definida, quando poderá ter a pena reduzida. No entanto, se mostra pessimista.

“Vou ficar fora do Estadual, mas vou torcer bastante para o grupo conseguir chegar às fases finais. Temos também a Copa do Brasil, espero poder dar a minha contribuição. O Vasco pode contar comigo sempre”, disse o jogador ao site oficial do Vasco.

Entenda o caso:

O volante Nilton, do Vasco, foi punido na última quarta-feira, dia 3 de março, pela entrada violenta em Caio, do Botafogo, na final da Taça Guanabara. Na sessão da Terceira Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD/RJ), o jogador foi suspenso por seis jogos, em decisão por maioria de votos dos auditores.

No mesmo dia, Nilton atuou normalmente contra o Bangu, uma vez que a decisão só passa a valer no dia seguinte ao julgamento. Contudo, como cumpriu apenas a suspensão automática, terá de ficar fora de mais cinco jogos, inclusive dos clássicos do próximo dia 14, contra o Flamengo, e 28, contra o Fluminense. Ele só retorna na última rodada da Taça Rio, contra o Duque de Caxias.

A situação de Nilton era preocupante e o departamento jurídico do Vasco tinha ciência disso. O jogador poderia pegar gancho de até 12 jogos por ter sido denunciado no artigo 254-A II, que trata de “prática de agressão física”. Segundo a súmula do jogo contra o Botafogo, na final da Taça Guanabara, o atleta deu um carrinho no atacante Caio para parar uma jogada em direção à área vascaína. No julgamento, os auditores optaram por desclassificar a infração para jogada violenta (artigo 254), aplicando a pena máxima de seis jogos.

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Fonte: Justiça Desportiva
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