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Vasco precisa quitar dívida amanhã para evitar penhora de R$ 22 milhões

Depois de entrar em acordo com a União Federal nessa quarta-feira - e assim evitar penhora de R$ 22 milhões -, o Vasco se mobiliza para resolver mais problemas. O ex-jogador do clube Jorge Henrique cobra dívida de sua passagem por São Januário - foi campeão carioca em 2015 e 2016 e deixou o clube em 2017 - na Câmara Nacional de Resolução de Disputas da CBF.

A decisão da CNRD saiu no início desta semana e determinou o pagamento da dívida em 72h - prazo que termina nesta sexta-feira e ameaça a ação do Vasco no mercado de transferências. Isto porque caso o clube não efetue o pagamento o Vasco será penalizado sem conseguir registrar transferências de atletas. A dívida, hoje, é superior a R$ 1 milhão. O clube alega já ter programado o pagamento para esta sexta.

Jorge Henrique fez dois acordos com o Vasco para receber atrasados - o primeiro na gestão Eurico Miranda. Depois de cessar o pagamento das parcelas, já na gestão Alexandre Campello, o jogador aceitou fazer novo acordo. Mas o pagamento não foi quitado conforme o combinado e então o atleta entrou na CNRD da CBF. Os dois casos de inadimplência incidiram sobre o valor inicial multas e juros sobre os pagamentos em atraso.

Ainda há um fator dificultador para a solução do caso vascaíno. A CNRD entrou em suspensão de prazos processuais neste fim de ano. O recesso de funcionamento começou nesta quarta-feira e vai até o dia 19 de janeiro de 2020.

Campello faz dois acordos da era Dinamite

O Vasco fechou nesta semana importante acordo para impedir penhora da soma total de R$ 22 milhões junto à União Federal. Homologou trato para pagamento de R$ 6,3 milhões até o fim do ano para começar a quitar dívidas tributárias com a Fazenda Nacional.

Mas estes casos - nem os da União, que entrou com quatro ações de valores totais acima dos R$ 60 mlhões, nem o de Jorge Henrique - não são os únicos que tiram o sono dos departamentos jurídico e financeiro do Vasco. O clube fechou nas últimas semanas dois acordos que perduraram por anos na Justiça e ameaçavam novas penhoras aos cofres vascaínos.

Os dois casos são relativos aos tempos da gestão do ex-jogador Roberto Dinamite. O primeiro, assinado dia 27 de dezembro, estabelece pagamento de R$ 3,6 milhões até esta sexta-feira (20 de dezembro). O valor total do acordo é de R$ 4,1 milhões - o caso é relativo ao comissionamento do ex-jogador de vôlei Fernandão. Ele foi intermediário do patrocínio da estatal Eletrobras.

O outro acordo, firmado dia 10 de dezembro, determina pagamento de R$ 1,9 milhão no processo da Locaflat, empresa de agência de viagens da época de Dinamite. O prazo: 27 de dezembro de 2019. Os demais pagamentos estão previstos para 31 de agosto de 2020 (R$ 300 mil) e 29 de dezembro de 2020 (R$ 874 mil). O acordo total é de R$ 3,1 milhões.

Fonte: ge
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