Vivendo em Nova Iorque e apaixonada pelo Vasco, torcedora conta sua história

16/09/2020 às 13h33 - TORCIDA

Seguindo a série dos Vascaínos pelo Mundo, chegou a vez de Nova Iorque, nos Estados Unidos, destino de muitos brasileiros que saem do Brasil buscando melhores oportunidades. Vizinhos do Canadá, mostrado na última semana, a Tropa do Norte também pode contar com o apoio de muitos vascaínos apaixonados espalhados pelos Estados Unidos, como é o caso da vascaína Yedda Ferreira que vivia em Barra do Piraí, Rio de Janeiro, antes de ir para a América do Norte. 

A torcedora mora em Nova Iorque há seis anos. Quando vivia no Brasil, sempre acompanhou o Gigante nos estádios. Por lá, Yedda participa de um grupo no WhatsApp chamado "Vascaínos em Nova York". Através desse grupo ela e os amigos se juntam para assistir aos jogos. Existe um bar de futebol em Manhattan que costuma ser o ponto de encontro. Algumas vezes, o local muda para um bar localizado em Astoria, que possui grande concentração de brasileiros na cidade. Agora com a pandemia, Yedda e os amigos vascaínos se reunem na casa dela que fica em Astoria. 

A vascaína faz de tudo para inserir o Vasco nos momentos importantes da sua vida, como foi no aniversário de 26 anos da jovem, onde ela que ela fez questão de usar uma blusa do seu time de coração. Além disso, a torcedora apoia todos os projetos que o clube realiza.

Durante a campanha da grande adesão de sócios de 2019, Yedda contribuiu com o Vasco fazendo divulgações dos planos de sócios oferecidos pelo Vasco da Gama. A jovem, sócia do Cruzmaltino, é uma torcedora influente dentro das redes sociais e mesmo morando em Nova Iorque colaborou com a linda história que o Vasco da Gama escreveu atingindo o maior número de sócios da América. Ela também contribuiu com a campanha do Vasco BMG pedindo para torcida vascaína abrir contas no banco patrocinador do Vasco.

Apesar da torcedora se reunir com os amigos para acompanhar e ajudar o Vasco, a distância física deixa saudades em estar apoiando o clube fisicamente. Yedda já conseguiu retornar ao Brasil para reviver a sensação de estar perto do Vasco da Gama. Em 2020 ela teve a oportunidade de voltar ao estádio antes da pandemia e assistir um jogo lotado sentindo o calor da torcida. 

- Viajei para o Brasil no começo do ano e fui em todos os jogos do Vasco que pude enquanto estava de férias. A sensação foi a melhor do mundo, chorei de emoção de estar em São Januário depois de tanto tempo. A pior parte de morar fora é literalmente a distância. Ficar longe do Vasco, dos estádios e do calor do jogo é o que mais dói. A parte boa é ganhar em dólar e gastar tudo com os materiais novos- relata a vascaína que comprou boa parte dos produtos da loja.

- Só quem mora fora sabe a dificuldade para se reunir, assistir os jogos do Vasco, a distância de São Januário, da família e do pouco tempo livre por trabalhar a maior parte do dia. Assim que eu cheguei nos Estados Unidos eu fui em uma tabacaria com um casaco que eu tenho do Vasco e um rapaz brasileiro começou conversar comigo. Ele me adicionou em um grupo, fui sendo adicionado cada vez mais em outros grupos e conhecendo pessoas novas, inclusive a diretoria da Tropa do Norte. Depois fui trabalhando em prol de levantar o nome do Vasco, da Força Jovem etc. Eles foram vendo a minha seriedade e eu ganhei um espaço na diretoria. Hoje, também sou chefe de comunicação, tanto que respondo em qualquer lugar do mundo sobre a família 52 de Nova Iorque - explicou Roger, antes de completar:

- Nós temos cerca de setenta e cinco integrantes na Tropa do Norte e nos reunimos em pubs. Dependendo do jogo a gente se encontra na casa do presidente da família que tem um jardim enorme e normalmente penduramos a bandeira no local para assistir aos jogos. É na região de Manhattan, Queens, Brooklyn, Astoria, Bronx etc. Em New Jersey tem uma colônia de vascaínos e a gente também abrange os nossos eventos para lá- concluiu o diretor da Força Jovem da Tropa do Norte de Nova Iorque. 

Também em Nova Iorque, Roger Monssores representa o Cruzmaltino. Ele acompanha o Vasco desde a infância e frequenta São Januário desde os três anos de idade. O vascaíno já viajou para outros países e busca manter um relacionamento agradável tanto com o Vasco, quanto com os grupos dos vascaínos que moram fora do Brasil. Em um bate-papo informal, Roger contou um pouco da trajetória dele dentro da organização.

Fonte: vasco.com.br