O problema do basquete não é pontual. É estrutural.
A Confraria manifesta preocupação com os rumos da modalidade na atual gestão. Eleita para cuidar do associativo, a administração parece ter deixado de lado a responsabilidade de preservar um esporte com tradição no clube.
A perda da parceria que sustentava o basquete profissional e o risco de rebaixamento representam um grave retrocesso — esportivo e institucional. Isso afeta a competitividade, o planejamento e a credibilidade do clube.
Quando um projeto perde sustentação, não é por acaso. É falha de gestão.
O cenário expõe um problema recorrente: decisões baseadas em indicações políticas, e não em critérios técnicos. Esporte de alto rendimento exige gestão profissional, visão e competência. Não é lugar para abrigar aliado político.
Esse modelo fragiliza o clube, afasta parceiros e compromete resultados.
Permaneceremos atentos e cobrando a diretoria um cuidado com algo tão rico para nós, vascaínos. O Vasco provavelmente vai cair, qual o plano agora?
O basquete não pode ser tratado como espaço político. É preciso planejamento, profissionalismo e responsabilidade.
O que está em jogo não é só uma equipe. É a credibilidade do clube.
E credibilidade se constrói com gestão — não com discurso.