Futebol

Ex-Vasco, Ygor Catatau relembra momentos pelo Vasco: 'Tenho carinho...'

Antes de iniciar a entrevista, Ygor Catatau pede para não falar da eliminação por manipulação que o deixou pouco mais de dois anos longe do futebol - ano passado, ao ge, ele admitiu o erro e contou que "ficou cego" quando recebeu a oferta.

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Nesta noite de sábado de Carnaval, ele defende o Volta Redonda contra o ex-time Vasco, às 21h30, em São Januário. Quem vencer a partida das quartas de final enfrenta o vencedor de Fluminense e Bangu.

Catatau voltou ao futebol com o benefício da revisão da pena desde setembro do ano passado. O jogo desta noite será diferente para em São Januário, uma casa que conheceu bem, mas nem tanto.

- Eu não tive muito contato com a torcida por causa da pandemia. Não tinha torcida nos estádios. Mas pelas redes sociais deu para ter um pouco um pouco de noção da torcida do Vasco, nas nossas chegadas e saídas de aeroporto, por exemplo - lembra Catatau.

A passagem pelo Vasco foi curta. Emprestado pelo Madureira para o Brasileiro de 2020, Catatau fez 19 jogos, um gol e deu uma assistência - num campeonato marcado pela pandemia e pela tristeza do quarto rebaixamento dos vascaínos.

- Tenho carinho pelo Vasco, pela camisa do Vasco, mas sou profissional e estou no Volta Redonda. Focado em fazer os gols para chegar na final do Carioca - diz o atacante,.

Nascido e criado no bairro da Abolição na Zona Norte do Rio de Janeiro, o jogador do Volta Redonda marcou dois gols em seis jogos neste Carioca. O tempo longe do futebol profissional não significou distância da bola - Catatau jogou futebol amador e faturou o máximo que pode para ganhar dinheiro e ajudar em casa. Ele tem quatro filhos.

- Tem time que paga R$ 1.000 por jogo. Tem time que paga R$ 500 por jogo. O jogo é mais duro do que o profissional... Se no profissional, as arbitragens já têm aqueles problemas, imagina na várzea? É loucura - conta Catatau.

- Hoje o amador tem time titular só de cara ex-profissional que está jogando aí "escondido" ou ou ex-profissional que estão bem fisicamente. Mas também tinha que dar resultado. Tinha que fazer gol, senão não te levavam para os jogos.

Catatau foi punido por manipulação justamente quando jogava no Sepahan, do Irã, com contrato em bons valores e num país ao qual ia se adaptando melhor do que no Mumbai City, na Índia. No outro país asiático, sentiu muita dificuldade com a comida indiana e com os hábitos locais. Transferido em tempos de pandemia, vivia num resort com seus companheiros de time.

- A única coisa que que acaba apertando mais a adaptação. Não é nem o sofrimento de morar fora, porque a gente já passou por cada coisa na vida desde pequeno buscando um espaço para ser jogador de futebol. Não é fácil. Então chega nessas horas assim a gente consegue passar de boa - diz o jogador do Volta Redonda.

Fonte: ge
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