Torcida

Força Jovem exalta vitória vascaína no clássico

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Freguesia canina

O bom freguês sempre tem razão. Antes do jogo, a cachorrada contava vantagem sobre os sete anos que o Vasco não vencia o Botafogo. Agora, após o clássico de número 295 desta quinta à noite, são 129 vitórias vascaínas contra 76 reveses contra os alvinegros, além de 90 empates. É verdade que história e estatísticas não decidem um confronto, mas a torcida sim. Presente nas arquibancadas do Maraca, a Força vibrou com os gols de Elton (2), Léo Lima e Carlos Alberto, saudando a atuação de gala de todo o time com um merecido olé. Justiça seja feita, na melhor atuação do clube desta temporada, nossas palmas ao comandante Dorival Júnior. Se o time continuar neste ritmo, é possível sonhar com uma nova partida diante do Botafogo, desta vez na final do Estadual de 2009. Quem viver, verá...

Apesar do elástico placar, o jogo exigiu nervos de aço. Emocionante do início ao fim, o placar saiu do zero logo aos dois minutos. Após passe do capitão-papai Carlos Alberto, Elton chutou sem medo de ser feliz. O adversário sentiu o golpe no queixo e o Vasco poderia ter logo feito o segundo, mas respeitou demais o adversário que se recuperou e passou a buscar o empate. No segundo tempo, Dorival acertou mais uma vez nas substituições. Pimpão, querendo provar que pode ser titular, entrou com vontade e espírito coletivo, servindo um açucarado passe para o artilheiro da noite, Elton, estufar novamente as redes da cachorrada.

Tudo corria bem até que o nosso volante bom de bola, Nilton, recebeu cartão vermelho. Com um a mais, o Botafogo veio querendo morder e acabou diminuindo, numa bola que quase o goleiro Tiago pega. O clima estava tenso, quando veio o pênalti, que nem adianta chorar porque o juiz apitou. No estilo bateria da Mocidade, Léo Lima fez paradinha e quase matou a torcida de susto, mas felizmente a bola entrou. Valeu Léo, mas da próxima vez, por favor, bate essa bola com mais força.

Com 3 a 1, a chama botafoguense era praticamente uma fagulha. O alvinegro estava como aquele lutador que fica cambaleando pelo ringue. Faltava o golpe final e ele veio com o maestro do time. Carlos Alberto, com a simplicidade dos craques, fintou um marcador e decretou o nocaute do campeão da Guanabara. Até a próxima Botafogo, te vejo na final.


Força Jovem, unida e forte!

Fonte: Site Oficial da Força Jovem
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