Jorge Luiz, Ives, Marcelinho e André Dias são as novidades do Vasco

21/03/2007 às 10h12 - FUTEBOL

Romário começa no banco, mas diz que se houver alguma oportunidade, pode tentar alcançar sua histórica marca mesmo longe do Maracanã.

Fotógrafos e cinegrafistas a serviço nesta quarta-feira, a partir das 20h30, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, vão dar prioridade ao banco de reservas do Vasco e não ao jogo entre o time carioca e o Gama, pela segunda fase da Copa do Brasil. Entre os suplentes estará o atacante Romário, autor de 998 gols na carreira, que deve entrar em campo no decorrer da partida.

Antes de embarcar para o Distrito Federal, Romário disse que poderá fazer o milésimo gol sobre o Gama, se houver oportunidade, embora tenha ressaltado que o alvo preferido é o Flamengo, no clássico de domingo, pelo Campeonato Carioca.

Romário disse que deve esperar o encerramento da participação do Vasco no Campeonato Carioca e na Copa do Brasil para anunciar o fim de sua carreira.

Além de Romário, o técnico Renato Gaúcho vai poupar vários titulares no jogo desta quarta-feira: deixou no Rio o zagueiro Dudar, os meias Conca e Morais e o atacante Leandro Amaral. Ele também não escalará o lateral-direito Wagner Diniz. “No meu grupo, todos são titulares”, justificou o treinador.

Apesar de tanto reservas e das atenções voltadas para o milésimo gol de Romário, o Vasco espera vencer o Gama por dois ou mais gols de diferença para evitar o jogo de volta. Se não conseguir, as duas equipes se enfrentam no dia 4 de abril, no Rio, para ver quem vai às oitavas-de-final da Copa do Brasil.

Gama x Vasco

Gama - Juninho; Éder, Cléber Carioca e Dênis; Márcio Goiano, Ricardo Araújo, Valdir Tubarão, Alexandre Fávaro (Valdeir) e Rodrigo Ninja; Neto Potiguar e André Borges. Técnico: Gílson Kleina.

Vasco - Cássio; Thiago Maciel, Fábio Braz, Jorge Luiz e Sandro; Ives, Amaral, Renato e Abedi; Marcelinho e André Dias. Técnico: Renato Gaúcho.

Árbitro - Elvécio Zequetto (MS).
Horário - 20h30.
Local - Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Fonte: Estadão