Futebol

Santistas explicam por que Diniz não deu certo no clube

Anunciado pelo Santos no dia 7 de maio, para substituir Ariel Holan, o técnico Fernando Diniz não durou muito tempo no comando do time paulista. Sua demissão aconteceu no dia 5 de setembro, próximo de completar quatro meses. 

Sonhado pelo Vasco há tempos, o treinador, livre no mercado, logo foi procurado e não pensou duas vezes em aceitar o convite do Clube para o restante da Série B. 

Para entender como se deu a passagem de Diniz pela Vila Belmiro, o SuperVasco conversou com alguns torcedores. O portal “Falando de Alvinegro”, que cobre o time, analisou a trajetória no Peixe.

- A passagem do Diniz no Santos pode ser avaliada de duas formas. A primeira, ele parecia ser o cara perfeito para o clube. Sempre gostamos de técnicos que priorizam a ofensividade e, no início, pareceu promissor. A segunda seria o fato de não termos peças que atendessem a necessidade dele. Ou seja, não tínhamos atletas que pudessem jogar da forma que ele gosta.

Questionamos quais seriam os motivos que explicariam o fato do treinador não ter dado certo no Santos.  

- Ele não deu certo por insistir em um sistema que deixava o time vulnerável e, também, por escolhas que, jogo após jogo, davam errado e mesmo assim insistia. O Felipe Jonatan, por exemplo, está numa fase horrível e ele não tirava. Além disso, escalava os jogadores fora das posições de origem. Diniz não deu certo no Santos por culpa dele mesmo.

Quem também compartilha a mesma opinião é a torcedora Mariana Pelisson. Ela contou as principais deficiências do time sob o comando do técnico.

- Resumiria a passagem do Diniz em uma palavra: estagnação. Preso em suas ideias, quando havia algum fator dificultando sua maneira de jogar, não conseguia encontrar uma solução, além de cruzamentos aleatórios dentro da área, buscando um centroavante improvisado ou, em muitas vezes, encontrando um espaço vazio. Os erros sempre se repetiam. Fora os "buracos" no time, que sempre davam abertura para o time adversário contra-atacar, bem como a lentidão na transição do meio de campo.  

Ainda na ocasião, a santista elogiou o estilo de jogo, mas ressaltou a insistência em peças questionadas pela torcida. Lembrando também o estilo mais enérgico à beira do campo. 

- Apesar do Santos ter se mostrado organizado em algumas poucas partidas, após a venda de alguns jogadores e a lesão de Marinho, a impressão que ficou é que Fernando Diniz ficou perdido e se acovardou. A partir daí, começou a utilizar improvisações de posição absurdas, mesmo com alguns jogadores no banco que poderiam cobrir os espaços dos que saíram. Essas improvisações foram um fator essencial para o mau desempenho do time. Diniz teve tempo de observar esses erros e, mesmo assim, não mudou. Sem falar sobre a gritaria absurda dentro de campo que vocês vão sentir agora. Na minha concepção, Diniz tem um bom estilo de jogo, mas não consegue impor esse estilo por não conhecer as limitações de cada jogador do time.

Por Leandro Oliveira

Fonte: SUPERVASCO.COM
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