Futebol

Vasco pode receber de árabes após venda de Diego Souza depois de três anos

Mais de três anos depois, o Vasco, finalmente, vai resolver uma pendência milionária da venda de Diego Souza. O clube iniciou contato há algumas semanas com o Al-Ittihad por um acordo para receber pela transação de 2012. O Vasco venceu em todas instâncias na Fifa, na Corte Arbitral do Esporte (CAS na sigla em inglês) e todos recursos possíveis aos árabes se esgotaram. A diretoria do Vasco não comenta o assunto - e nega, através do presidente Eurico Miranda, que o acordo esteja sendo selado. Mas o Vasco e a Traffic, que detinha quase 70% dos direitos econômicos do jogador e que preferiu não se pronunciar, vão receber em duas parcelas até o fim do ano 5,5 milhões de euros - total de mais de R$ 20 milhões, pondo fim à antiga pendência.

Hoje jogador do Sport, Diego Souza, que entrou recentemente com ação por salários e direitos de imagem atrasados contra o seu ex-clube, foi vendido no meio do Campeonato Brasileiro de 2012. Os árabes, porém, não pagaram e o Vasco levou o caso para a Fifa. No julgamento na Suíça, o clube brasileiro teve ganho integral de causa, com os juros e as multas levando o valor original a quase 7,5 milhões de euros. Depois de 30 dias, o Al-Ittihad não pagou nada e o caso foi para o Comitê Disciplinar da Fifa. 

O Vasco tinha apenas 33% dos direitos econômicos de Diego Souza, que foi contratado junto ao Atlético-MG. O valor ao qual o clube de São Januário tem direito - cerca de R$ 7,5 milhões - pode nem chegar ao clube, pois o Vasco enfrenta seis outros processos de cobrança na Fifa, conforme revelou o presidente Eurico Miranda em coletiva de imprensa de agosto. Entre elas, débito alto com o Benfica, ainda pela compra em definitivo de Eder Luis e Fellipe Bastos em 2011. Além das penhoras em cima de outras verbas do clube, as cobranças no tribunal da Fifa serão aliviadas com a quitação parcial de débitos do clube.

Dinheiro de Jhon Cley paga salário de jogadores

Um mês depois, outra transação que ainda não tinha sido concluída, deu alívio momentâneo - e parcial - aos cofres vascaínos. A transação da venda de Jhon Cley, que saiu por US$ 500 mil para o Al-Qadisiyah, serviu para o clube diminuir o débito que tem com parte dos atletas. Nessa sexta-feira, os jogadores começaram a receber o salário do mês de agosto - setembro venceu dia 5 e deve ficar em aberto até o pagamento da segunda parcela da Caixa Econômica Federal, que é esperada para a próxima semana. Ainda falta ao Vasco a certidão federal obrigatória para receber a verba do banco estatal que patrocina diversos clubes brasileiros.

O Vasco manteve os salários em dia em boa parte do ano, mas no segundo semestre encontrou dificuldades para cumprir seus compromissos. Entre os funcionários mais antigos, há dívidas de dezembro e do 13º salário do ano passado, além dos meses de agosto e setembro também. O clube costuma realizar o pagamento escalonando entre os funcionários que recebem menos até aqueles que têm vencimentos mais altos.

Fonte: ge
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