Futebol

Ramon será mais um a ter de superar passado no rival

Ramon não é o primeiro e certamente não será o último. Chegar a São Januário depois de ter (ou fazer questão de ter) grande identificação com o Flamengo não é tarefa das mais fáceis. O passado recente do clube da Colina está cheio de exemplos. Alguns sobreviveram ao desafio, outros penaram.

O exemplo mais emblemático é o de Fábio Baiano. Enquadrado pela torcida na chegada, em janeiro de 2006, não resistiu ao clima hostil. No mês seguinte, rescindiu contrato. Edílson Capetinha foi outro. Nunca convenceu de que o Flamengo havia ficado para trás. Durou oito meses na Colina.

Teve quem fez o dever de casa direitinho. Marcelinho Carioca, por exemplo, se recusava a falar o nome do Flamengo em todas as entrevistas. Virou xodó. Petkovic, com grandes atuações, ganhou o respeito dos vascaínos. Jean, ao festejar como um louco o gol sobre o Flamengo, foi “perdoado”. É bem verdade que nenhum deles disse o que Ramon falou quando estava no arquirrival.

- Sempre fui flamenguista, mas respeitei o Vasco enquanto estive lá. Ramon e Vasco teve um fim. Quero ser reconhecido como o Ramon do Flamengo - disparou em entrevista de 2012, magoado por ter sido chamado de traidor por torcedores vascaínos.

Fonte: Extra
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