Sobre a assinatura do MOU com Lammachia, que é questão de tempo, o sentimento é q a divisão interna da gestão cruzmaltina, ficará mais exposta. É importante fazer uma linha temporal sobre o desenrolar da cisão. Segue o fio com o quebra cabeças na Colina:
No primeiro momento, uma divisão de um grupo minoritário (porém com muita voz interna) que acreditava que o Vasco é autossustentável, sem a necessidade de investdor. Isso não impediu que Pedrinho buscasse a venda da SAF, até pq era um movimento de pequena adesão na SV.
Desde a metade de 2025 pra cá, houve um aumento considerável de membros da associação participando diretamente do futebol vascaino, com apontamentos e críticas à condução de Carlos Amodeo na SAF. Em contrapartida, dentro da gestão, essa participação trouxe questionamentos.
Ingerência em contratos de prestadores de serviços na SAF e participação direta em contatos com agentes e prospecção de reforços, sem transparência, foram fatores da discordância interna e o racha no grupo. O contrato master da SportingBet foi apenas uma ponta do iceberg.
Com entendimento q a venda da SAF é inevitável, a discussão passa a ser a FORMA. E, não por acaso, a reforma do estatuto tb vem à tona. Fim da quarentena, remuneração aos Vps e Presidente de um lado e enquanto na venda da SAF, a cláusula de veto de Lammachia, geram insatisfação
Acredito que além do racha do grupo que comanda a gestão, teremos desembarques nas próximos dias e semanas, em virtude da divergência gritante de pensamentos e perda de confiança, em ambos os lados. O quanto isso influenciará a decisão do sócio na venda do futebol? O tempo dirá.
Obs: para quem pede nomes, a responsabilidade jurídica e a ausência de patrocinadores para bancar um litígio (aliás patrocine o repórter investigativo aqui ) de expor. Mas repito, tudo isso virá a tona, com a saída pública de membros da gestão.
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